<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695</id><updated>2011-11-16T05:53:14.011-08:00</updated><title type='text'>Maternalmente</title><subtitle type='html'>Divagações, rascunhos e lembranças de uma mente materna.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4531629274253393862</id><published>2011-11-16T03:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-16T05:53:14.034-08:00</updated><title type='text'>O desfralde - a saga</title><content type='html'>Antes de mais nada quero alertar aos leitores de passagem que você não vai encontrar aqui uma receita fácil, uma solução milagrosa ou conselhos de especialista: há váriso sites e blogs onde você pode encontrar isso. Aqui você verá apenas um relato. Ou dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um daqueles tópicos que ninguém te fala antes de você decidir ser mãe. Bebês ideais, do tipo que a gente pensa quando ainda é solteira, são tão lindos e fofos que a gente nem imagina que eles fazem cocô. Mesmo depois que decidimos ser mães e engravidamos, apesar de desconfiar que teremos de lidar com algumas fraldas sujas, os comerciais de fraldas na TV passam uma atmosfera de alegria, limpeza, felicidade, com mães sorridentes e bebês que quase dá pra gente sentir o perfume. Ninguém mostra uma mãe cheia de olheiras tendo que acordar no meio da noite e sair tateando em busca de um lenço umidecido - ou pior, algodão e água morna! Há! Eu tb caí nessa -, ninguém mostra uma pobre mãe tendo que parar seu almoço porque um bebê de andar suspeito pára na sua frente, lhe encara nos olhos e diz: "Totô!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí, depois que você descobre a verdade sobre fraldas e cocôs, descobre também que familiares e amigos são grandes especialistas no assunto (porque não lhe disseram isso antes?), cada um com seu pitaco dito com ares de verdade científica, do alto de uma sabedoria que deixa você mais rasa que o chão. Comigo começou com minha mãe contando lindas histórias de como começou a nos desfraldar - eu e minhas duas irmãs - aos 4 meses de idade. Sim, cara leitora, é isso mesmo que você leu. Lembre-se que na época da minha pobre maezinha não havia fraldas descartáveis nessa oferta e preço diversos de hoje. Era fralda de pano, que depois de suja se juntava num baldinhocom água e sabão em pó pra o cocô não endurecer, e no outro dia, passava-se a manhã inteira lavando e pendurando bandeirolas no varal. Por isso ela comprou um super piniquinho com assento, encosto e um pauzinho  passando entre os braços do trono, que "prendia" o bebê bem seguro ali. Aos quatro meses, logo que ficávamos mais durinhas, ela sentava a gente ali e deixava algum tempo para a ação da gravidade começar a fazer efeito. À medida que crescíamos ela deixava masi e mais tempo, e  segundo ela, todas nós, por volta de 1 ano, assim que aprendíamos a andar, já íamos sozinhas até o penico, abríamos a tampa, descarregávamos a mercadoria lá, fechávamos a tampa e saíamos felizes e serelepes. Ela disse que às vezes só ía ver o que tínhamos feito - xixi ou cocô, horas depois, quando senti um aroma diferente no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ouvir histórias como essas, eu achei que tudo seria muito fácil!Em um ano eu estaria livre de fraldas, creminhos, lenços garrafas térmicas e o escambau. Ha, ha! Aos seis meses meu filho mais velho ganhou um troninho de presente - da avó. Troninho lindo, da turma da mônica, escolhido entre muitos por ser o modelo mais próximo daquele super penico com que a vovó nos desfraldou. Sempre que eu tentava sentar Vinícius ali, a partir dos seis meses, era um festival de choro e ranger de dentes. Ele não gostava mesmo, e fazia questão de deixar isso claro. Tentei, tentei, mas o máximo que consegui foi fazê-lo colocar ali meio cocô (a outra metade ficou pelo chão), certo dia que percebi que a coisa ía saí e corri desesperada pela casa, arrancando a fralda dele e jogando pra cima, até chegar ao bendito troninho. Foi o suficiente pra eu perceber que essa estratégia não iria dar certo. Resolvi dar um tempo. Li, pesquisei, e vi que há (como em tudo na pediatria) diferentes linahs de pensamento. Os extremos: uam estimula a fazer o desfralde precoce, desde o nascimento, ensinando o bebê a demosntrar através de sons que está com vontade de fazer suas necessidades, e assim avisando a mãe para sentá-lo no penico. Dá certo! Uma amiga fez! Mas outra linha de pediatria diz que o desfralde precoce pode gerar problemas futuros, pois a criança pode ficar confusa e voltar, bem mais tarde, a perder o controle dos esfíncteres (tradução: fazer xixi e cocô nas calças), o que obrigaria a um novo desfralde mais complicado. Falam também da possibilidade da criança desenvolver prisão de ventre e uma personalidade obsessiva por controle. Como disse, são opiniões, os dois lados dão suas justificativas. Pelo sim pelo não, resolvi esperar. Principalmente porque já me sentia casada demais com as tarefas normais da maternidade e não queria adicionar-me mais uma responsabilidade naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto de um ano, voltei a tentar. Nada. Um ano e meio? Nem pensar. Dois anos tá bom,né? Necas. Comprei pinicos diferentes. Um em forma de carrinho. Outro redondo, tradicional. Tentei redutor sanitário. Vinícius continuava irredutível. A essa altura minha mãe - e mais um séquito de sábios pela família, ruas, restaurantes e qualquer outro lugar de convívio social - já questionava minhas habilidades como mãe (soa familiar?), contando histórias de meninos de dez anos que usavam fraldas geriátricas porque a mãe não desfraldou no tempo certo. É assim: para cada fase da maternidade há uma história de terror para ser contada para as mães, bem terríveis mesmo, a ponto de fazê-las sentir muito culpadas, ansiosas, fracassadas e infelizes. É cultural passar essas histórias adiante, e mesmo as mães que sofreram com elas, se sentem na obrigação de continuar a corrente do mal. Eu não aguentava mais essas histórias, os pitacos, as receitas, os absurdos que tive que ouvir. Certa sábia me orientou a fazer como ela fez ao dela: "Ele estava resistindo tanto que prendia o cocô e passava dias sem fazer. Um dia eu dei uma surra nele, tranquei ele no banheiro e disse: vocêsó sai daí quando fizer! Foi um santo remédio! Depois de um hora batendo na porta e chorando ele fez tudinhono vaso e nunca mais se recusou a fazer.", terminou, orgulhosa. A que ponto chegam as pessoas para resolverem os seus problemas, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisemos. O desfralde, nesse caso horrendo e em tantos outros, é encarado como um problema:&lt;br /&gt;1 - Da mãe - que não aguenta mais perder tempo limpando bumbum.&lt;br /&gt;2 - Financeiro - o pai reclama dos gastos com fraldas e acessórios de limpeza.&lt;br /&gt;3 - Social - a necessidade de exibir um filho maduro e independente para as pessoas elogiarem suas habilidades maternas.&lt;br /&gt;Mas se não formos tão egóistas veremos que o desfralde é, primeiramente, um problema DO BEBÊ. Então, reordenando, o desfralde deve ser encarado como um problema:&lt;br /&gt;1 - Do bebê&lt;br /&gt;2 - Do bebê&lt;br /&gt;3 - Do bebê&lt;br /&gt;4 - O resto.&lt;br /&gt;Isso significa que todo o processo deve ser focado na criança, nas suas demonstrações de que a hora chegou (&lt;a href="http://brasil.babycenter.com/toddler/tirar-fralda/lista/"&gt;VEJA AQUI ALGUNS SINAIS&lt;/a&gt;), e não na pressão social, financeira e pessoal. Também deve-se compreender que o tempo de cada criança é único para qualquer aprendizado, inclusive para o desfralde. Seu filho não tem que ser igual a ao filho de fulaninha nenhuma. Nem é menos inteligente ou desenvolvido porque é o último dos amiguinhos a desfraldar. Lembre que além do aprendizado cognitivo, aquele em que a criança entende o que está acontecendo, há os limites biológicos, o amadurecimento de órgãos que dependem do cérebro da criança e não necessariamente de sua vontade, muito menos da vontade alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que compreendi isso, resolvi prestar mais atenção no meu filho e menos nas pessoas ao meu redor (inclusive nos bebezinhos dos outros). Lembre-se que muitas coisas que para n´so parecem óbvias, para eles são um grande desafio pois nunca passaram por isso antes. Imagine: seu bebê nasceu e no minuto seguinte já estava de fraldas. Cresceu como se aquilo fosse parte do corpo dele. Entendeu que podia produzir cocô, sentir prazer segurando o cocô, e achou muito legal a possibilidade de fazer algo por ele mesmo, saído dele, que lhe pertence e sobre o qual pode ter um poder que os pais não têm, por que teria de jogar a obra-prima fora? (Esse argumento é sério! &lt;a href="http://www.redepsi.com.br/portal/modules/wordbook/entry.php?entryID=2080"&gt;FREUD REALMENTE EXPLICA&lt;/a&gt;). Alguns bebês, acham o seu cocô algo tão fantástico e legal que às vezes pegam-no e dão de presente para a mãe como se estivessem dando a rosa mais linda do jardim que cultivaram. Os meus passaram pela fase apreciação do cocô, tirando-o de dentro da fralda para compor obras de arte nas paredes, lençóis e... (Custo confessar!) no rosto. Fora isso tem também o medo da privada. Sentar num buraco, para quem não está acostumado, pode ser uma sensação muito desagradável de instabilidade e insegurança. Muito orientais nem usam esse nosso sistema sanitário por considerá-lo pouco higiênico e contrário às leis naturais, preferindo utilizar privadas onde se fica de cócoras. Por que seu bebê tem que achar tudo lindo e normal? Não bastasse, ainda é comprovado que meninos demoram mais a desfraldar que meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Luciana/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Luciana/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.png" alt="" /&gt;Pa-ci-ên-cia  é a regra de ouro aqui. O processo pode ser até rápido, mas não espere  por isso. Pode até parecer fácil, mas na mente da criança é um processo  bem complexo. E qualquer trauma aqui pode repercutir por toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Onde ocorreu a fixação anal (neurose anal) , mesmo que as próprias fezes não possam ser acumuladas indefinidamente, o indivíduo acumulará o que de valor puder adquirir, entesourando, sem contudo atingir o seu uso apropriado. Vejamos alguns casos de neurose anal: o caso do avaro que junta dinheiro, o colecionador que compra quadros valiosos, e não os exibe, e nem mesmo os olha; dos indivíduos obsessivos, que insistem longo tempo e improdutivamente em tarefas não completadas; pontualidade exagerada; tendência ao uso de roupa íntima suja; sede de poder; prazer na descarga de uma linguagem chula.&lt;br /&gt;As crianças que foram obrigadas a defecar por meio de ordens, quando adultas apresentam acentuada tendência a terem seus problemas solucionados por outras e tendem a realização de várias atividades simultaneamente." (&lt;a href="http://fundamentosfreud.vilabol.uol.com.br/sexologia.html"&gt;FONTE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O PROCESSO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que Vinícius começou a dar alguns sinais do desfralde, por volta de 2 anos e meio, resolvemos tentar mais uma vez. É aquilo mesmo que você já leu por aí: comprar muitas cuecas, deixar um balde com detergente a postos porque é muito xixi pela casa, elogiar bastante quando ele conseguir avisar a tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ainda se recusava a sentar no vaso quanto tinha vontade. Como já estava grandinho, não queria mais penico nem redutor, queria fazer como "gente grande". Até fazia o xixi, mas o cocô, de jeito nenhum. Temos um filminho que fizemos nessa época registrando toda a angúsita dele. Obviamente é para arquivo pessoal, mas revendo dá pra ver como aquilo angustiava ele. Ele começava a andar pela casa toda, às vezes, andava em círculos,  e quando estava com um tensão muito grande, chorava e sentava no chão, se recusando a ir para o vaso. Tentavamos conversar, ajudar, argumentar, mas nada adiantava. Ele pedia a fralda para fazer nela. E quando começamos a recusar fazer isso, ele prendia o cocô por dias e dias, o que tornava tudo muito pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esta altura eu estava grávida de oito meses de gestação, e já me imaginava tendo que trocar fraldas duplamente. Um dia lembrei de um kit que tinha recebido como brinde da Pampers. Eram duas&lt;a href="http://kitemcasa.com.br/new/Produto.asp?idcategoria=1&amp;amp;idsubcategoria=3&amp;amp;t=3"&gt; fraldas "de treinamento"&lt;/a&gt;, com elástico ao lado, portanto pode ser retirada e colocada pela própria criança, e com uma cartela de adesivos. Resolvi ler as instruções e utilizar aquele recursos pois afinal nãore stava masi muitas alternativas. A fralda é assim: tem estrelinhas na frente, e cada vez que a criança faz xixi uma estrelinha some... o jogo é tentar fazer as estrelinhas não sumirem. Achei legalzinho, mas ainda preferi encarar a cueca com bichinho desenhado na frente "O leão não quer ficar molhado!". O que nossalvou mesmo foi a cartela de adesivos. Eram adesivos do &lt;a href="http://www.nickjr.com/kids/go-diego-go/"&gt;Diego Aventureiro&lt;/a&gt;: eu comprei DVDs do desenho para estimulá-lo a se envolver com a  brincadeira. Cada vez que ele fizesse cocô, colaria um adesivo do Diego na cartela que ficava ao lado do vaso (tinha cerca de 30 quadradinhos). Parece uma idéia boba mas deu SUPER CERTO. Ele ainda relutou um pouco no início, mas depois se empolgou em querer colar os adesivos. E antes que terminasse a cartela, ele já estava desfraldado por completo. A coisa deu tão certo que mesmo depois que ele desfraldou eu continuei utilizando or esucrso dos adesivos com incentivo para ele juntar os brinquedos, tomar banho, não fazer birra na hora de comer, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom é que, depois que comecei com os adesivos foi só uma ou duas semanas para Vinícius desfraldar. Ele já estava preparado, só faltava encontrar o melhor método. Isso aconteceu quando ele tinha 2 anos e 7 meses. Antes do irmaizinho nascer. Ainda teve quem me dissesse que ele voltaria a fazer tudo depois que o irmão chegasse em casa. Nada disso. Ele ainda fez duas ou três vezes xixi e duas vezes cocô, mas porque ficou doente. Depois disso, nunca mais, aleuluia, amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SEGUNDA VIAGEM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me chega Rafael, com 1 ano e 6 meses e começa a dar sinais de desfralde. Como o primeiro demorou muito, eu nem estava esperando. Nem tentei colocá-lo em pinico, nem tentei pôr cuecas, resolvi simplesmente esperar desta vez. Mas ele me surpreendeu: começou tirando as fraldas, por ele mesmo, como se estivesse incomodado, mesmo quando elas estavam limpas. Depois começou a demonstrar bastante incômodo quando elas estava sujas, e passou a avisar depois que faz cocô (algumas vezes o xixi também). Não bastasse, começou a pedir para sentar no vaso como o irmão, e quer que eu o limpe com a ducha higiênica, como faço com Vinícius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estou achando muito cedo, talvez pela experiência anterior, mas também não quero ignorar os sinais dele. Então estou prestes a começar tudo de novo: cuecas, baldes, panos, detergente. Mas quero começar pra valer só no próximo ano, porque neste final de ano viajamos muito e isso complica bastante o processo. Depois que começamso é fundamental ir em frente, não ficar "dando pausas", pois isso pode deixar a criança confusa e piorar o processo. Por enquanto estou incentivando ele a sentar no redutor sanitário (gostei muito da experiência de não ter que lavar penicos), pois ele também tinha medo a princípio, e agora, mesmo indo, ainda fica pouco tempo e desconfiado. Brinco com ele de fazer xixi no vaso, mas ele nunca faz de verdade, só faz o barulhinho (xxiiiiiii) e depois pede para sair. Mostro como o irmão faz (com irmão parece que tudo fica mais fácil, posi é natural a criança masi nova querer imitar a mais velha em tudo). Quando faz cocô  nas fraldas eu jogo dentro do vaso para mostrar que lá é o lugar. Ou seja, por enquanto estamos só na educação cognitiva. Vou também comprar uns dois livrinhos sobre o assunto pra ler com ele. Veja alguns títulos:&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cocô no Trono (Charlat, Benoit)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; Para aqueles que estão tentando trocar a fralda pelo trono, para os pais  solidários e para os todos os interessados no assunto, um  livro-brinquedo, em formato grande, com páginas reforçadas, bem  coloridas e com um botão que, quando acionado, detona a maravilhosa  descarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que Tem Dentro da Sua Fralda? (Genechten, Guido Van)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ratinho é muito curioso. Ele gosta de descobrir como tudo é por dentro.  Nada escapa de Ratinho, nem mesmo as fraldas de seus amigos. Coelho,  Cabrita, Cachorrinho, Bezerro, Potrinho e Porquinho, todos mostram suas  fraldas. Então, claro, eles também querem ver a fralda de Ratinho. Uma  grande surpresa os espera. Um divertido livro com abas sobre a grande  curiosidade de um pequeno rato e sobre a passagem para o penico…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Incrível Fábrica de Cocô, Xixi e Pum (Mesquita, Fátima)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como é que aquela deliciosa pizza e aquela limonada geladinha que você  saboreou com tanto prazer se transformam em…eca!…cocô e xixi? Você vai  entrar agora na “A Incrível Fábrica de Cocô, Xixi e Pum” para descobrir  como tudo isso é produzido dentro do seu corpo. Conheça os  “trabalhadores” que estão aí dentro separando do alimento tudo o que dá  energia para fazer você correr, pentear o cabelo, jogar videogame e dar  sustos nos outros. Já o resto da comida… bem, sobre isso é melhor você  ler o livro para saber.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Que Cheiro É Esse? – o Livro do Cocô (Goldsack, Gaby)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um livro magnífico, com ilustrações engraçadas, que traz uma  interessante perspectiva sobre um tema natural, mas cheio de  preconceitos: o COCÔ! De forma simpática e sem rodeios, as crianças  aprenderão sobre esta importante necessidade de todos os animais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(&lt;a href="http://www.maesaobra.com.br/2011/05/02/o-psiquiatra-luis-carlos-prado-e-a-psicologa-adriana-zanonato-explicam-como-deve-ser-feito-o-desfralde/"&gt;FONTE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;A educação corporal para o desfralde eu vou começar para valer no próximo ano, e creio que antes dele começar a frentar o maternal já estará desfraldo. Se não estiver, a escola também é uma grande auxiliadora nesse processo (com Vinícius também foi fundamental, pois elas me passava segurança e me ajudavam fazendo com ele lá o que eu fazia em casa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo a todas que estão passando por esse processo, muita calma e a percepção de que poder ensinar essa etapa ao seu filho é um grande privilégio e uma fonte de alegrias conjuntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve venho contar as novidades...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4531629274253393862?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4531629274253393862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4531629274253393862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4531629274253393862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4531629274253393862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/11/o-desfralde-saga.html' title='O desfralde - a saga'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-894671326684163122</id><published>2011-09-12T17:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T17:53:49.558-07:00</updated><title type='text'>O desmame - parte final</title><content type='html'>Sábado agora que passou fez um mês que fiz o teste do desmame com Rafael e... sim, ele desmamou! Antes disso já fazia um mês que ele foi diminuindo bastante a demanda pelo peito até não pedir mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi difícil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil porque por muitas vezes me senti tentada a dar o peito. Não só pela praticidade de resolver suas pequenas birras, choros e afins de uma maneira instantânea. Mas também por sentir saudade. Por muitas vezes ainda me questionei se era mesmo o momento certo. Mas meu corpo me respondia que sim. Logo na primeira semana sem ele pedir peito, o leite secou totalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo ele ainda acordava de madrugada, sentava no berço e resmungava, como que por hábito, afinal fez isso desde que nasceu. Mas numa bela manhã eu descobri que, pela primeira vez desde que o pari, havia dormido uma noite in-tei-ri-nha. Isso soa mais delicioso que uma barra de chocolate para uma mulher em TPM kkkkkk Meu sono acumulado era tanto que nem conseguia curtir. Quanto mais dormia, mais sono sentia. Era o meu organismo se readaptando à nova rotina noturna também. NUNCA em nenhum momento do processo deixei ele chorar sozinho. Nas primeiras vezes, quando seu choro era forte, eu o tomava nos braços e o ninava até ele adormecer, mesmo morrendo de sono, mesmo querendo morrer e cair ali mesmo pra não ter que acordar mais. Quando o choro virou só resmungo, eu ainda acordava e cantava para ele, como descrevi no post passado. O maldito do Ferber (que criou o método do livro Nana Nenê) não diz às mães que é possível passar por esse processo de aprendizado recíproco, que é o desmame e o "dormir sozinho", sem ter que ser cruel e desamparar o bebê chorando sozinho. Sinceramente? Nunca fui afeita a métodos pra deixar meus filhos mais "independentes". Sou a típica mãe latino-americana colada nos filhos, com muito orgulho. Acho que a independência e autonomia são características que se desenvolvem naturalmente quando a criança se sente segura, e a melhor forma de tornar uma criança segura é amando-a e demosntrando esse amor de forma inequívoca. Não estou falando de mimar ou superproteger. Estou falando de amar estando por perto quando ela precisar, amparando, cuidando quantas vezes e como for preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, foi assim, bem gradualmente que chegamos ao dia do teste. Já fazia um mês desde o dia em que ele não tinha pedido peito o dia inteiro (isso foi em Julho). Durante esse tempo evitei sentar ou deitar com ele nos lugares onde normalmente dava de mamar. Mudei a forma como o punha para dormir (agora era o pai que o fazia balançando com ele na rede). Inventei mil atividades para desviar a atenção dele do peito. Introduzi mais sucos, frutas e líquidos em sua dieta. Oh, eu confesso: ofereci chupeta, mas ele não quis mesmo. Então.. o teste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era sábado e havíamos chegado da igreja. Ele havia dormido no caminho para casa e ao acordar ficou bem abusadinho. Choramingando, querendo colo. Decidi que era hora. Pedi ao meu marido para tirar a foto. E o coloquei pela última vez ao seio. Ai, meus olhos se enchem de lágrimas ao relembrar. Ele tomou o seio desajeitamente, parece que já não sabia sugar do mesmo jeito. Mas sugou. Uns 30 segundos. Soltou, voltou a sugar, soltou. E disse: "Cabô peito!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então tá. Cabô!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pra não chorar eu prefiro terminar esse post dizendo que começou. Começou uma nova fase. E nós vamos continuar juntos nessa e em todas as fases que vierem enquanto eu viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-894671326684163122?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/894671326684163122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=894671326684163122' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/894671326684163122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/894671326684163122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/09/o-desmame-parte-final.html' title='O desmame - parte final'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-5493443231189641798</id><published>2011-07-29T18:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T19:18:41.908-07:00</updated><title type='text'>O desmame</title><content type='html'>Sim, o título bem poderia ser nome de um filme ou romance, quiçá, uma novela do SBT. Estou devendo um posto sobre o desmame de RAfael a Lucy e Danielle, duas queridas leitoras que me pediram, já há bastantetempo, para atualizá-las do processo. Achoaté que elas já desmamaram os seus bebês e eu ainda não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No post de Abril deste ano eu, de fato, estava decidida a começar o desmame pelos motivos já expostos. Basicamente, aquela sensação de cansaço extremo e a consciência de que já dei minha contribuição para a saúde física, mental e emocional do bebê tempo o suficiente - agora PRECISO dormir. Desde então tenho vivido uma saga digna de Hollywood, em busca da teta perdida, kkkkkk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, perdida porque para o bebê as suas tetas são na verdade DELE. Isso é bem fácil de identificar quando eles começam a falar. Rafinha, que tem um vocabulário bem amplo para os seus 1 ano e 4 meses, encarava meus peitos , segura firme e dizia com convicção: "É minha! É minha!", e chora e se desespera como se estivessem lhe tirando algo que lhe pertence tanto quanto o próprio corpo. Essa noção de identidade separada da mãe passa pelo desmame também. Chega uma hora - mãe e criança, ninguém mais, devem entrar num acordo quando a melhor hora - que o filho precisa entender que a mãe não pode estar ao seus dispor o tempo todo, que ela não é parte do corpo dele como um membro submisso, mas que tem uma identidade separada, e os limites do corpo precisam ser respeitados. É a primeira lição sobre respeito ao próprio corpo que a mãe vai dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com meu primeiro filho foi tudo mais fácil. Ele usava mamadeira e chupeta à época do desmame,  e fez a transição tão suavemente, por si só, que quando desmamou aos 1 ano e 2 meses, eu fiquei meio deprimida, sentindo falta, chorando e querendo que ele mamasse um pouquinho mais. Já com Rafael foi bem diferente. Ele nunca gostou de chupeta nem mamadeira. Toda a demanda do sugar era para meus peitos. Passada a necessidade alimentar - hoje ele come de tudo e super bem - , eu virei uma chupeta humana, e isso começou a me incomodar. As solicitações noturnas eram as piores. Ainda sentia prazer em amamentar, mas a sensação de incômodo começou a crescer e pesar mais na balança. Algumas vezes eu simplesmente não conseguia permanecer mais tanto tempo com o peito na boca dele, e o tirava agoniada. Aí era aquele berreiro. Quando decidi pelo desmame decidi pelo nosso bem estar conjunto. Tenho sempre em mente que para meu bebê ficar bem eu preciso estar bem também. Sacrifícios e concessões são constantes na vida materna, mas é preciso conhecer e respeitar o próprio limite. Ultrapassado esse limite corre-se o risco de repassar à criança toda a carga extra de estresse e infelicidade que se possa sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, estou aqui porque hoje foi o primeiro dia que Rafael não mamou desde que nasceu.&lt;br /&gt;E ao contrário do aconteceu com Vinícius, no momento eu me sinto aliviada e feliz. O Desmame ainda não está completo, mas acho que demos um grande passo hoje. Quase quatro meses de luta, e por fim, uma luz no fim do túnel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conselhos que posso dar são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Paciência. Não faça do desmame um ringue de luta. Você e o bebê não são iguais, ele estará sempre em desvantagem. Tente encarar o processo como um curso, "curso de desmame", algo gradual como um curso profissionalizante, hehehe. Nesse curso você ensinará a seu filhote que existem coisas mais interessantes no mundo que o peitinho da mamãe. Que existem outras formas de receber aconchego, carinho e amor. É natural que a própria criança perceba isso à medida que cresce, mas cada uma tem seu tempo. Não force nem amoleça demais. Talvez seja preciso voltar atrás algumas vezes. Comigo foram várias, toda vez que ele gripava, ficava sem querer comer, e nessa idade eles gripam MUITO, pois o sistema imunológico está se adaptando ao mundo e ao contato social. Aí ía tudo por água abaixo, pois o peito aliviava os incômodos da gripe, servia de algum alimento também... enfim... eu tinha pena do bichinho. Mas saiba ir adiante também. Melhorou de saúde? Vamos recomeçar o processo. Algumas mães usam o lema "Não negue nem ofereça". Eu aqui tive que negar mesmo, algumas vezes, porque meu filho é MUITO mamão. Mas negue com carinho... abrace-o, console-o e corra pra mostrar outras coisas interessantes que ele pode fazer. Nunca o deixe com sensação de estar sendo rejeitado, permaceça junto sempre. E se não puder estar junto, deixe-o a cargo do papai ou outra pessoa que o ame de verdade, mas sempre que puder esteja por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Se o seu filho mama dormindo, tente a técnica da "&lt;a href="http://solucoes.multiply.com/journal/item/12"&gt;remoção gentil&lt;/a&gt;". Nunca entendi aquela recomendação de "não deixar os filhos dormirem no peito mamando". Como assim? Isso nunca funcionou aqui. O peito relaxava e induzia ao sono, e tudo que uma mãe cansada quer é que o filho durma. Se eu tirasse o peito antes deles dormirem era show de gritos e começava tuuuudo de novo (Ai!). Resultado, eles só dormiam mamando. A técnica da remoção gentil ensina justamente como desfazer esse hábito. Não consegui usar a técnica de madrugada, porque não aguentava ficar acordada para fazer todo o processo todos os dias, por várias vezes na madrugada. Mas foi essa técnica que ensinou Rafinha que é possível pegar no sono sem sugar, e isso é importantíssimo: que a criança descubra outros mecanismos para relaxar e pegar no sono. Isso leva ao próximo passo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Encontre algo que faça seu filho relaxar. Pode ser um objeto de transição. Podem ser tapinhas leves no bumbum. Pode ser o embalo de uma rede ou uma cadeira de balanço. Aqui em casa foi a música. Já com 4 meses Rafael cantava quando estava com sono. Desde que estava na barriga me ouvia cantando canções de ninar. E eu canto para ele dormir todos os dias, todas as vezes que ele dorme. Então embaá-lo ao som de uma canção é a única coisa capaz de fazê-lo dormir fora o peito. MEsmo de madrugada, quando acorda atordoado atrás do peito, meio que por reflexo mesmo, eu tenho cantado (mais resmungado que cantado, mas eu tento), e ele para de chorar rapidinho, deita, começa a cantar também (um resmungadinho melódico também) e dorme em seguida. Tem dias que não funciona, tem dias que NADA funciona, toda mãe já viveu dias assim. Mas encontre algo que funcione na maioia das vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Lucy falou algo sobre "treinar" os bebês. Morremos de medo da conotação behaviorista que essa palavra carrega, o que nos faz lembrar cientistas malvados e frios fazendo experiências terríveis com inocentes animaizinhos ou seres humanos, kkkkkkkk &lt;a href="http://maeguru.wordpress.com/2008/10/20/manifesto-internacional-contra-o-livro-nana-nene/"&gt;Eu abomino o método do"Nana nenê"&lt;/a&gt;, então qualquer coisa que me lembrasse deixar o bebê chorando me fazia sentir calafrios. Mas uma coisa que a sala de aula me ensinou, é que toda educação é em certa medida behaviorista. Ou seja, existem muitas formas de fazer as crianças aprenderem, mas o velho Estímulo - Resposta ainda é bastante eficiente e elas aprendem bastante por esse meio também. Então não fique tão insegura e com medo. Às vezes você vai ter que ser firme e ver seu bebê chorar sem dar o que ele quer. E isso não significa abandoná-lo chorando como prega o método do Dr. Ferber. Você poderá continuar a lhe dar amor, atenção, carinho. Mas não o peito. E ele vai odiar isso, protestar e se sentir muito frustrado. Como mães sofremos em ver nossos filhos assim. Mas somos nós quem os preparamos para enfrentar um mundo onde eles nem sempre terão o que querem, e precisarão ser frustrados para seu próprio bem. Somos nós as primeiras pessoas a lhes ensinar a superar a frustração e seguir em frente, algo que alguns adultos desajustados não conseguem fazer e sofrem imensamente mais por isso. A proteção que nossos filhos precisam não é serem protegidos da dor e da frustração, mas saberem que durante os momentos difíceis estamos por perto e eles podem contar conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o desmame estiver completo venho aqui novamente. Conheço este momento em que estou,e  sei que agora não vai demorar muito mais. Vou tirar mutias fotos e fazer vídeos para guardar de lembrança, pois a amamentação é algo maravilhoso demais, que toda mulher deveria experimentar, pois é uma sensação única de alegria, prazer e felicidade, algo que Deus nos deu, somente a nós, mães, o privilégio de sentir. E embora seja bem mais difícil do que parece nas campanhas do Ministério da Saúde, posso, como mãe, assegurá-las, que amamentar é o maior presente que uma mãe pode dar ao seu filho, e  que passado o primeiro mês de ajustamentos e adaptações, amamentar será um momento sagrado e esperado, de troca afetiva e restauração entre mãe e bebe. Um momento que nos faz sorrir e se alimentar também, alimentar a alma para a luta materna. Vale a pena demais amamentar. E quando chegar o momento de acabar... que seja também um momento para se lembrar com saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-5493443231189641798?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/5493443231189641798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=5493443231189641798' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5493443231189641798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5493443231189641798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/07/o-desmame.html' title='O desmame'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6434520664899205741</id><published>2011-05-02T05:35:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T06:29:43.714-07:00</updated><title type='text'>Dias das mães</title><content type='html'>Este post vem a propósito do dia das mães, que se aproxima. Confesso que sou uma daquelas pamonhas que se derretem nas apresentações bregas e repetitivas dos colégios, e chora horrores só porque vê o filho com uma flor de crepom na mão, cantando uma música romântica que normalmente eu jamais ligaria o rádio para ouvir. Ah, mas sou besta mesmo. Choro, tiro foto, pago lembrancinha (mesmo que ela vá direto para a gaveta de inutilidades). Comerciais de dia das mães, então? CHORO também. Curto, paro tudo pra ver, aumento o volume. Mesmo assim, como a maioria das mulheres, tenho que amargar um silêncio de não-reconhecimento em todas as outras semanas do ano que não estão em torno do segundo domingo de Maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a sociedade continua cobrando da mulher a função da matenidade, tal como fazia há quatro mil anos atrás. A mulher TEM QUE procriar. Do contrário é considerada uma pobre infeliz, uma coitada, "ela não pode ter filhos" é uma sentença de dó como se se falasse de um doente terminal. Se a mulher deseja NÃO ter filhos, é considerada uma criatura sem sentimento ou sem competência, até sua sexualidade é questionada. É uma aberração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, essa cobrança pós-moderna tem requintes de crueldade. Logo que a mulher atende à expectativa e engravida começam as histórias de terror: "Agora você vai ver o que é bom... prepare-se para sofrer!". Há um sadismo coletivo em aterrorizar gestantes que eu nunca consegui entender. Mas existem centenas de histórias de terror prontas para serem contadas em cada fase da gravidez, que vão desde os mais bzarros casos de aborto, até a visão de um pós-parto infernal e de um resto de vida digno de solitária de peninteciária. Se você consegue ter seu filho em paz e pelas vias que deseja sem que alguém lhe empurre a necessidade de ser estripada viva só porque sua vagina pode perder o tônus sexual, aí ainda tem que enfrentar as críticas de amamentar seu filho, afinal, diz o mito dos algozes que seus peitos vão ficar "como os das índias, caidinhos, caidinhos, aí só Dr. Ray, meu bem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser a mãe perfeita a mulher tem que ter dois filhos, de preferência um casal. Se tiver dez meninos alguém sempre vai perguntar: "E não vai tentar a menina não?". Não pode estar plenamente realizada com mãe de meninos? "Ah, porque uma menina vai te ajudar, menino a gente cria pra o mundo". Argumentos machistas assim ainda são ditos com força de lei. O primogenito é um menino? Nossa, você é uma mulher de sorte! "Fez menino logo de primeira? Parabéns!". A menina seria então o lixo genético? Em todo caso, para ser perefita, a mãe tem que ter dois. Se tiver só um, é uma desnaturada, vai criar o filho sozinho, sem ninguém pra brincar, vai estragar a criança. Se tiver três... pega e interna!! Onde já se viu, num mundo desses, com todos os métodos anti-concepcionais de que dispomos, uma mulher ter três filhos? Quatro??? O quê? Na sua casa não tem televisão não, minha filha? Ter família grande só em filme de comédia, né? E seguem lá as mulheres oprimidas até na sua decisão íntima e pessoal de quantos filhos desejam ter. Umas obrigadas a se contentarem com dois, mesmo ficando frustradas por não se sentirem no direito de terem mais. Outras parindo e jogando fora só para dar uma satisfação a essa sociedade. E ao dizer "jogar fora" não me refiro às mulheres doentes que abandonam seus filhos bebês no lixo, nas matas, nos rios. Falo de mulheres que não gostam de crianças, ou não gostam do ofício de educar, ou não sentem prazer na maternidade mas tiveram filhos só para compor a família social aceitável, e então jogam seus filhos aos cuidados de escolas e babás em tempo total (educação integral é outra coisa bem diferente de negligência), manhã, tarde, noite, fim-de-semana. Eu que já trabalhei em escola já vi muito filho ser literalmente esquecido pelos pais, e tem escola que tem que ligar ameaçando ir deixar o filho na delegacia para os pais irem pegar. Pais que pagam "a melhor educação que o dinheiro pode comprar", mas não sabem qual a primeira palavra que o filho falou nem qual sua brincadeira favorita ("Ah, só pode ser video-game, né? É só o que ele faz!" É só o que ele pode fazer sozinho). Poderiam apenas não ter sido mães e pais, mas foi-lhes negado esse direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das mães, no entanto, é a melhor mãe do mundo. Vive e morre pelos filhos. E se possível mata também. Muitas vezes não tem escolha, tem que ficar longe dos filhos para trabalhar e ajudar a sustentar a família - ou sustentar sozinha mesmo. Sofre com uma saudade crônica que não acaba nunca, se martiriza com um sentimento de culpa que não dá trégua, daria três mindinhos para ficar mais cinco minutinhos cheirando aquela cabecinha linda antes de ir trabalhar. Curte cada momento que pode ao lado dos filhos, mesmo que seja ao chegar do trabalho e vê-los dormindo, sentindo uma dor aguda entre o peito e a garganta. Quando não trabalha, vive de arrumar o que fazer com os filhos. Ama brincar com eles. Mas às vezes se irrita, enche o saco e tem vontade de sair correndo pra um SPA, pra passar uma semana lá. Mas no minuto seguinte já está arrependida de ter pensado isso. Sai como marido num programa romtântico e liga o tempo todo pra casa para saber como os filhos estão. Se não liga, pensa. Mãe é assim mesmo, depois que liga o botazinho "maternidade", não tem botão de desligar essa função, só quando dá o "off" geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a mesma sociedade que cobra a maternidade, não a reconhece. É como se isso não fosse mais que a obrigação das mulheres, sim, é mãe, e daí? Hoje existem tantas facilidades para quem quer ser mãe sem esforço! Mas as que se esforçam - e, meu Deus, haja força - não parecem ter direito a um elogio. Pelo contrário, recebem milhões de pitacos criticando desde a sua forma de alimentar até o modo como limpa as orelhas do filho. Tem sempre alguém questionando as mães, na família, nos supermercados, no meio da rua, na fila do banco. Tem sempre um miserável para apontar o erro, mas se esquivar de ajudar. É por isso que mãe é mãe, e isso mesmo é nossa paga. Temos o privilégio de saber "a dor e a delícia" de sermos mães. E isso, ao menos isso, ninguém pode nos tirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue um texto que li na escola, há muito tempo, e que até hoje ecoa dentro de mim. Certas coisas não mudam nunca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz dias das mães para vocês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MÃE NÃO FAZ NADA...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Itália P. Souza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez uma mulher que perdeu seu nome de batismo ou melhor trocou-o por outro muito usado: o de mãe. Sendo mãe tornou-se uma pessoa essencialmente chata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior cobradora da paróquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Faça isso; faça aquilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relógio toca. Começa a batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos acordar, pessoal!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corre liga a água para o café. O leite também (quando tem)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos crianças, vistam o uniforme!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai já está no banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rápido. Tem aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Côa o café. Serve a mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos pessoal. Olhe a hora. Coma o pão. Escovem os dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. O marido foi para o trabalho e as crianças para a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trocou de roupa. Tirou a mesa, limpou a mesa do café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrumou as camas. Varreu a casa. Retirou o pó dos móveis. Vai ao verdureiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitas as compras corre ao açougue, aproveita a saída e passa pelo banco, paga as contas de água e luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta correndo. Faz o almoço. Olha o relógio. Está na hora do marido e das crianças chegarem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaram. Serve o almoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Menino não belisque sua irmã!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai pede que lave o macacão. Conta que hoje o trabalho melhorou um pouco, mas é para cuidar das despesas. Breve repouso e volta ao serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe lava a louça do almoço. A filha seca os pratos e o filho os talheres, ele se manda para o quintal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cachorro aparece com os pêlos da cauda bem aparados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse menino! Foi por isso que ele pegou a tesoura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Crianças, façam a lição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Claro, arranjar figuras para a tarefa de geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costurar a barra da calça do menino. Pregar o botão da blusa da menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe, amanhã é aniversário da professora. Tenho que levar um bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. O bolo está no forno. Enquanto assa, lava o macacão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos ao dentista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado ao atravessar a rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passam na panificadora. Voltam para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tomem banho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Providenciar o jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não gosta de ovo? Tem que comer. Faz bem para a saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fiquem quietos. Deixem o papai assistir o noticiário sossegado. Ele está cansado. Trabalhou o dia todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vão para o banho! Já arrumaram o material para a aula de amanhã? Mas que turma! Desde que chegamos do dentista estou dizendo para irem para o banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos deitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verificação total da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar a mesa arrumada para o café matinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora veja! O menino esqueceu de guardar o caderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu-o, deu uma olhada na lição. Ele preencheu uma folha com dados pessoais: nome completo, data de nascimento, local e também dados familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão do pai: mecânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão da mãe: não faz nada, só fica em casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6434520664899205741?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6434520664899205741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6434520664899205741' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6434520664899205741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6434520664899205741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/05/dias-das-maes.html' title='Dias das mães'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4418943213541195189</id><published>2011-04-20T06:07:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T06:19:52.148-07:00</updated><title type='text'>Então está decidido</title><content type='html'>Amamentar é maravilhoso.&lt;br /&gt;A amamentação é importantíssima par a saúde física e emocional da criança e deve ser, na medida do possível, prolongada até dois anos ou mais.&lt;br /&gt;Apesar do começo ser doloroso, depois do primeiro mês passam as dificuldades e fica o prazer, puro e inenarrável de alimentar um ser com leite e amor, vendo-o crescer forte e saudável por causa disso.&lt;br /&gt;Amamentar não me faz melhor que qualquer mãe que não o possa fazer, mas me dá a chance de dar algo a meu filho que só poderei dar agora, mas que lhe beneficiará pelo resto da vida.&lt;br /&gt;A amamentação, estudos científicos indicam, ajuda a tornar as crianças mais saudáveis, mais inteligentes, coopera para o desenvolvimento da fala, da mastigação e de um ser mais seguro e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual a hora de parar?&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.medicosdeportugal.pt/mp/content_files/cms/img/img1_7fcc48d22804dbbe9b66b607d51389d4.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://static.medicosdeportugal.pt/mp/content_files/cms/img/img1_7fcc48d22804dbbe9b66b607d51389d4.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acredite, você vai saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou começando o desmame de Rafael.&lt;br /&gt;Se tudo der certo, ele será gradual e bem sucedido como o de Vinícius, que desmamou naturalmente com 1 anos e 2 meses. Um fator preocupante é que Rafael não aceita nehum outro consolo: não usa nem chupeta, nem mamadeira, nem paninho, nem objeto transicional como Vinícius usava, e isso foi decisão dele. O começo vai ser difícil e eu não quero transformar isso numa batalha, mas tenho que ser firme. Pois chegou o momento em que sinto que não consigo mais. Quero dormir uma noite toda novamente, e isso é algo que meu corpo e mente estão clamando. Acho que ele só terá a ganhar com uma mãe mais relaxada e feliz, sem lapsos de memória, sem "pescar" o dia inteiro, sem ficar impaciente e irritada pela falta constante de sono, sem crises de sonambulismo, sem sintomas de estafa mental, com a libido em dia, enfim...&lt;br /&gt;Amo amamentar.&lt;br /&gt;Mas sinto que já cumpri minha missão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4418943213541195189?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4418943213541195189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4418943213541195189' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4418943213541195189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4418943213541195189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/04/entao-esta-decidido.html' title='Então está decidido'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-3284830762249749322</id><published>2011-04-06T10:33:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T10:39:24.650-07:00</updated><title type='text'>Como anda a rotina?</title><content type='html'>Bem, não há rotina.&lt;br /&gt;Pra ser bemsincera, meu sonho é uma rotina.&lt;br /&gt;Hora pra tomar café, pra ver TV, para ler ou namorar... hoje aqui em casa tudo é feito "quando dá". Rotina? Um luxo! Fico fula quando vejo gente falando mal da minha tão sonhada rotina, hehehhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio tá de um jeito que ontem, 1h30 da madruga, eu terminando um trabalho do mestrado, de repente me dou conta que o estômago está doendo. A princípio parece só um incômodo, mas com o tempo começa a doer mesmo, forte. Divagando sobre o que poderia ter causado aquela dor me dou conta: "Ah, eu não jantei", e vou à geladeira para meu jantar-café-da-manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh, por Deus, filhas dos homens, não caiam na conversa que eu caí, de ter logo dois filhos junto, sem muita diferença de idade entre eles, porque os dois crescem juntos e o tabalho é um só. ESPARRELA!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho não acaba nunca, só muda de face. E enquanto eles são pequenos (bote aí uns cinco anos), ter dois filhos de idade aproximada é ter trabalho quadruplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o sonho da rotina me parece algo distante eu me conforme em ir sonhando chegar com alguma integridade mental e física aos 40 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-3284830762249749322?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/3284830762249749322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=3284830762249749322' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3284830762249749322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3284830762249749322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/04/como-anda-rotina.html' title='Como anda a rotina?'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4864932754955348548</id><published>2011-02-16T06:04:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:06:48.213-08:00</updated><title type='text'>Estimulando meus filhos</title><content type='html'>Acabei criando outro blog só para tratar do assunto. Ainda pretendo vir aqui atualizar, mas a prioridade agora é compartilhar minhas experiências de educação e estimulação precoce em minhas "cobaizazinhas" com outras mamães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://estimulandomeusfilhos.blogspot.com"&gt;http://estimulandomeusfilhos.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos e até mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4864932754955348548?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4864932754955348548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4864932754955348548' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4864932754955348548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4864932754955348548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/02/estimulando-meus-filhos.html' title='Estimulando meus filhos'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2722499685193349326</id><published>2011-02-16T06:02:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:04:41.146-08:00</updated><title type='text'>Falhas</title><content type='html'>Para acabar com o clima deprê por aqui, listo abaixo quatro links para eu e outras mães perfecionistas visitarmos quando estivermos nos sentindo "as piores mães do mundo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, se você digitar "parentimg fails" no google imagens verá que você, DEFINITIVAMENTE, não é a pior mãe do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://listrocker.com/?p=1716&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gedzo.com/2011/01/parenting-fail/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://artsyspot.com/the-worst-parenting-fails-ever/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://png.lt/pics/3296-parenting-fails-40-photo.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2722499685193349326?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2722499685193349326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2722499685193349326' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2722499685193349326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2722499685193349326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2011/02/falhas.html' title='Falhas'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-8267650932069381627</id><published>2010-11-11T06:39:00.000-08:00</published><updated>2010-11-11T07:07:27.350-08:00</updated><title type='text'>Para Viviane, e quem mais discorde de mim aqui</title><content type='html'>Eu ia responder o comentário da Viviane nos próprios comentários do topico "&lt;a href="http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/ouca-o-que-eu-digo-nao-ouca-ninguem.html"&gt;Ouça o que eu digo, não ouça ninguém&lt;/a&gt;", mas resolvi fazer um post a parte para que fique já como resposta para futuras discordâncias a respeito do que escrevo ou escrevi aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, Viviane, acho má educação da sua parte vir até um blog pessoal, o que significa que é meu e nele escrevo o que eu quiser, pra me chamar de mentirosa. Eu não estou aqui para dar conselhos a ninguém, prova é o título do post que você contestou: se discordar, simplesmente me ignore, ou seja, "não ouça ninguém", faça o que lhe der na telha. Mas este espaço é meu, e eu escrevo o que quiser mesmo, esteja você incomodada ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, o tal Muricalm, que você defendeu, é um medicamento que atua também sobre o sistema nervoso da criança, e isso não foi algo que li na internet, foi alerta de não só um, mas vários pediatras. Se uma criança não consegue dormir há algum motivo, nem que seja o simples fato dela estar se desenvolvendo muito bem, e querer prestar atenção ao mundo ao invés de dormir. Do mesmo jeito que você não gostaria de ser dopada contra a sua vontade, é maldade - no mínimo  - dopar um bebê para ele dormir. Quando se trata de dar uma substância que pode causar efeitos sobre o sistema nervoso dele, aí não é sómaldade, é irreposnsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem quer dar, dê. Se é uma coisa que aprendi, é que cada mãe sabe o que é melhor pra seu bebê, e é sobre isso que falei do dito cujo tópico. Mas eu não dou, e caso alguém pergunte minha opinião, eu aconselho a não dar. Neste caso em particular, o post não é um conselho, mas é um relato de minha experiência, que pode ou não servir a alguém, mas se não servir, simplesmente descarte ao invés de sair xingando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a quem interessar possa, informe-se como médico do seu filho sobre uso de medicamentos antes de administrá-los irresponsável e inconsequentemente. Pode ser que seu bebê não "tenha nada", como alegam muitas mães que dão o remédio. Mas pode ser que ocorram coisas bem desagradáveis, não por uma noite apenas, mas coisas que o prejudiquem por muito tempo. Apenas informe-se com um médico e não vá pela cabeça de ninguém (isso mesmo que eu já tinha dito no tópico). Há &lt;a href="http://solucoes.multiply.com/journal"&gt;muitas formas de solucionar noites mal dormidas&lt;/a&gt; por causa do bebê, mas essa é provavelmente a pior delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... sobre a bula, nenhum remédio que queira vender colocaria "este medicamente pode levar seu bebê a morte", por isso mesmo a referida bula diz com linguagem muito técnica que "podem ocorrer &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;efeitos anticolinérgicos, como boca seca, midríase ou taquicardia". Traduzindo para você,Viviane, "&lt;/span&gt;As drogas anticolinérgicas são capazes de produzir muitos efeitos  periféricos além dos provocados no sistema nervoso central. Assim, as  pupilas ficam muito dilatadas, a boca seca e o coração pode disparar. Os  intestinos ficam paralisados – tanto que eles são usados medicamente  como antidiarréicos – e a bexiga fica “preguiçosa” ou há retenção de  urina. Os anticolinérgicos podem produzir, em doses elevadas, grande elevação  da temperatura, que chega às vezes até 40 ou 41ºC. A temperatura elevada pode provocar convulsões  (“ataques”) e são bastante perigosas. Também existem pessoas que  descrevem ter “engolido a língua” e quase se sufocarem por causa disso.  Ainda, em casos de dosagens elevadas, o número de batimentos do coração  sobe exageradamente, podendo ultrapassar 150 batimentos por minuto", lembrando que, na automedicação, a mãe raramente sabe quanto uma gota a mais pode significar uma superdose para o bebê. Se isso não lhe parece assutador ocorrendo com um bebê - o seu bebê -,  tudo bem, a mim parece.&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Passar bem, e vá xingar noutra freguesia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ps.: próxima dessa, eu boto moderação nos comentários que eu tenho mais o que fazer. Posso me dar ao luxo de tomar medidas autoritárias com gente de opinião autoritária.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-8267650932069381627?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/8267650932069381627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=8267650932069381627' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/8267650932069381627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/8267650932069381627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2010/11/para-viviane-e-quem-mais-discorde-de.html' title='Para Viviane, e quem mais discorde de mim aqui'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-7670272277775316163</id><published>2010-09-29T19:42:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T20:06:24.621-07:00</updated><title type='text'>Cadela</title><content type='html'>&lt;div&gt;Tenho uma cadela chamada Noite, e ela deu cria apenas uma vez. Foram seis cachorrinhos. Ela é pequena mas cruzou com um vira-lata grande, e os filhotes eram grandes também, quase que ela não conseguia os parir, tive que ajudar tirando eu mesma um por um, pois ela já não tinha forças para expulsá-los. Logo que nasceram eles grudaram nela para mamar. E como mamavam! Mamavam o tempo todo, e aquilo a exauria: quando conseguia se levantar ela corria para sua tigelinha e comia vorazmente tudo que estivesse ali. Comia quilos e quilos de ração importada, que a veterinária recomendou para que ela não tivesse deficiência de vitaminas, mas ainda assim todo pêlo de Noite caiu, ela ficou horrorosa, tão feia que compramos roupinhas para passear com ela na rua, porque ela parecia uma cadela sarneta e magricela, toda flácida e malamanhada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembro como eu sentia dó da minha cadelinha. Era verão, fazia muito calor, e às vezes eu ligava o ventilador pra ela enquanto ela amamentava aquela turminha faminta, ou dava gelo pra ela lamber. Algumas vezes ela se sentia tão incomodada que levantava querendo fugir, querendo ir pra longe, mas quando eu ouvia a reclamação dos filhotes, pegava a cadelinha e a levava até lá novamente, obrigando-a a deitar para amamentar. Era visível sua angústia. Ela gemia e me olhava como quem pede socorro. Eu percebia que ela gostava e cuidava dos cachorros, o problema é que simplesmente ela não estava mais aguentando ser mãe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando os filhotes fizeram um mês nós doamos todos. Noite nunca mais engravidou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois é, tem dias que me sinto uma cadela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A diferença é que uma cadela levanta e foge. E eu como um chocolate e permaneço (há três anos) no mesmo lugar. Sim, eles são lindos. Sim, estão crescendo felizes, saudáveis, inteligentes. Mas tem dias que eu me sinto como Noite, deitada num ninho de angústia, feia e flácida, perdendo os cabelos (literalmente), exausta, faminta... infeliz. Ningém costuma falar sobre esse lado sombrio da maternidade. Mas ele existe e esmaga. Meu consolo é saber que há um fim, pois nessa situação achamos que ficaremos assim para o resto da vida. Mas a vida pasa rápido demais. E quando menosse espera, as sombras passaram. Quando você rever as fotografias desse tempo, nem lembrará dessa tristeza que agora faz querer morrer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522537310063007314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TKP-bIElllI/AAAAAAAAAoU/NlgpGFVP0Ao/s320/PICT3195.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Noite, cansada mas lambendo a cria.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-7670272277775316163?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/7670272277775316163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=7670272277775316163' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/7670272277775316163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/7670272277775316163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2010/09/cadela.html' title='Cadela'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TKP-bIElllI/AAAAAAAAAoU/NlgpGFVP0Ao/s72-c/PICT3195.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-5515764731301634741</id><published>2010-06-03T13:27:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T07:11:07.680-07:00</updated><title type='text'>Assustado</title><content type='html'>Faz uns dois meses Vinícius entrou numa fase interessante: a de ter medo. Acho que é uma etapa normal do desenvolvimento: até então ele não demonstrava ter medo de nada, e isso poderia ser perigoso para ele, já que o medo serve justamente para nos resguardar. Além disso, a percepção do medo demonstra o grau de amadurecimento de seu intelecto, que agora já consegue abstrair a ameaça de situações cotidianas. O problema é que ele nem sempre consegue distinguir entre realidade e fantasia, por isso aparece com os medos mais bizarros. Quando tem um sonho assustador, por exemplo, fica com medo do que sonhou. Assim, ele tem medo do "Bebezinho grande", do "Homem do cavalo", do"Vento forte que entra na janela" (depois disso vive querendo fechar as janelas da casa) e outros entes equisitos com quem travou conhecimento em sonho. Se está assistindo um desenho animado e um personagem lhe parece estar sendo ameaçado, ele corre e pede para eu tirar o DVD, pois tem medo como se o personagem fosse se machucar de verdade. E não tem conversa: se eu tentar lhe explicar que aquela história é "de mentira", ele não ouve e vai às lágrimas.&lt;br /&gt;Há também os clássicos: medo de escuro, de insetos (baratas em especial), de ser abandonado. Ele não fica mais sozinho em momento algum, e se tem de ficar, fica sempre conferindo se tem alguém por perto.&lt;br /&gt;Todas essas sensações novas criam situações engraçadas. Por exemplo: por aqui na terrinha, quando a criança sofre um pequeno incidente (topa, cai, bate alguma parte do corpo) mas não chega a se machucar dizemos que foi "só o susto", para que ela pare de chorar. E de tanto dizermos para Vinícius que foi só o susto, ele agora acha que o Susto é um ente mau dado a machucar as pessoas. Outro dia prendi o dedo no cantinho de um móvel e quando ele ouviu meu "Ai!" indignado chegou perto e perguntou:&lt;br /&gt;- O que foi, mamãe? Foi o Susto, foi? Susto mau! Cuidado com o Susto, mamãe!&lt;br /&gt;Ora veja só, meu menino agora está com medo do susto, hehehehe...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-5515764731301634741?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/5515764731301634741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=5515764731301634741' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5515764731301634741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5515764731301634741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2010/06/assustado.html' title='Assustado'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-606656526157039529</id><published>2010-05-23T11:17:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T11:51:24.365-07:00</updated><title type='text'>Marinheira se segunda viagem também enjoa</title><content type='html'>A gente até chega a pensar que, por já ser mãe, tudo será mais fácil quando o segundinho chegar. Ora, Rafael já está por aqui, é um bebê fofo, lindo e muito esperto. Nem fez dois meses e já sorri, conversa comigo (soltando aqueles gemidinhos caraterísticos que derretem qualquer mamãe), e deixa claro suas preferências, como gostar de ficar no colo o tempo todo, e em pé, pra olhar melhor as coisas ao redor. Não é muito fã de dormir mas tem horários regulares e reclama se quebramos sua rotininha recém-criada. Adora banho e mama feito um bezerro etíope, nunca acaba sua fome de peito, em alguns dias ele mama de hora em hora. Na realidade a esta altura eu já parei de contar intervalos de mamada, tá à livre demanda mesmo e zuzzzzzzo bem, meu lema: "enquanto eu tiver leite e peito, pode dispor, meu anjinho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já quanto a mim... acho que a segunda experiência como mãe me pôs mais segura. Já não me torturo tanto com a opinião alheia (e quanto a isso nada muda: os pitaqueiros continuam sua missão chata de nos encher a paciência), dou mais ouvido a minha intuição, demoro mais a me apavorar com os pequenos incidentes, não "sufoco" tanto o bebê com cuidados excessivos, e já sei alguns truques que funcionam para resolver problemas. Mas ser mãe continua sendo surpreendente. É OUTRO bebê, com OUTROS problemas, OUTRA personalidade, OUTRAS demandas, e em alguns momentos tudo que você traz de experiência não vale muita coisa, pois o processo de adaptação e aprendizado é bem individual e requer as mesmas doses cavalares de energia, paciência e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando sobre isso cheguei a conclusão que a coisa mais importante que um bebê pode nos ensinar - seja ele o primeiro ou o décimo quinto -, é lidar com o inesperado. E quando falo de "lidar" não estou me referindo a "saber o que fazer", mas preparar-se para a situação de "não ter a mínima idéia do que fazer". Nós, como adultos responsáveis que somos, não estamos preparados para lidar como que nos foge ao controle, seja física, mental, social, financeira ou emocionalmente.  Assim, ao primeiro sinal de que algo não está sob nosso controle, o desespero se instala. Um bebê vem justamente para nos ensinar a não desesperar nessa hora, mas respirar fundo, esperar mais um pouco e, na completa ausência de uma boa idéia, sentar e aguardar por um milagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha segunda experiência como mãe de recém-nascido, ao contrário do que eu pensava alguns meses atrás, não está me poupando noites insones, fraldas sujas (e aquele espanto de não saber como cabe tanto cocô numa barriga tão pequenininha), sessões de choro sem explicação perceptível. Todo esse pacote de trabalheira que nos faz jurar que este será o último rebento. Mas a verdade é que EU sou outra, e o que torna a lida hercúlea* mais fácil é uma certa resignação de aceitar tudo isso como parte normal de um tempo que passa muito rápido. E que, por incrível que pareça, deixará saudades. A ponto de, daqui a uns anos, quem sabe... a gente pode até tentar mais um...hahahahhha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Injustiça mitológica é não ter um recém-nascido entre os doze trabalhos de Hércules. Não conheço tarefa humana mais difícil. Bastaria um nenezinho descido do Olimpo para a gente aferir todo heroísmo do mancebo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-606656526157039529?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/606656526157039529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=606656526157039529' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/606656526157039529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/606656526157039529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2010/05/marinheira-se-segunda-viagem-tambem.html' title='Marinheira se segunda viagem também enjoa'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-297479480227877359</id><published>2009-09-26T13:31:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T13:38:31.201-07:00</updated><title type='text'>Receber colo</title><content type='html'>Um dos sintomas mais característicos de gravidez em mim, são as crises de choro. Eu choro com chamadas comerciais, com reportagens daqueles jornais sensacionalistas (em que sempre tem uma mãe chorando também), com cenas de desenhos infantis, e outras coisas insuspeitas.&lt;br /&gt;O bom é que agora já tenho um companheirinho pra me apoiar. Alguém que eu me acostumei tanto a botar no colo incondicionalmente que nem lembrei que um dia ele iria me dar colo também.&lt;br /&gt;Outro dia eu chorava a cântaros porque fazia dois dias que estava com dor de cabeça. Forte, não conseguia fazer nada, nem cozinhar pra nós dois. Daí liguei pra marido, que veio do trabalho com comida pra gente (meu grande companheiro e mestre do filhote), e enquanto ele colocava a mesa, Vinícius se abraçava comigo, enxugava minhas lágrimas e dizia: "chora não, mamãe, chora não, por favor..." Dava uma pausa, me beijava, fazia carinho no meu rosto e pedia de novo: "chora não, mamãe, passou, passou..."&lt;br /&gt;Ó, família dá um trabalhão. Mas é a melhor de todas as coisas que se pode ter aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-297479480227877359?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/297479480227877359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=297479480227877359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/297479480227877359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/297479480227877359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/09/receber-colo.html' title='Receber colo'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-106554055856846358</id><published>2009-08-10T15:43:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T17:34:09.424-07:00</updated><title type='text'>2 anos e uma barriga</title><content type='html'>Grandes bênçãos pra contar: Vinícius fez dois anos, e ganhou um(a) irmaozinho (a) de presente. Descobri que estou grávida pouco antes do seu aniversário. Estamos felizes e preocupados, mas muito mais felizes... Vinícius já sabe, e quando pergunto "O que tem na barriga da mamãe?", ele responde: "Um bebê bem pequenininho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais aventuras do meu Sr. Falante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes Vinícius enjoa de seus DVDs preferidos, então resolvi dar uma variada e comprar alguns novos. Acontece que nã há tantas opções em DVDs educativos, e acho que ele já tem uns 80% do que está no mercado, hehehehe. Outro dia resolvi radicalizar e comprar uns que eu não ía muito com a cara: Telletubies (por causa da tosquice, o princípio por trás é legal, mas a produção é tosquinha), e Xuxa Só Para Baixinhos (por causa da voz tenebrosa da mulé, que deseduca mais do que as canções conseguem educar). Engraçado foi ver a reação de Vin´cius aos DVDs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Xuxa - assistiu e acho que gostou. Todo aquele colorido, aqueles pulos e berros são bem o tipo dele. Aí foi explicar: "Essa é a Xuxa". E ele: "Suja!". "Não, amor, é Xu-xa." "Su-ja", repetiu. Então tá, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Telletubies - Ele não gostou muito. Olhou a apresentação dos bonecos, franziu a testa e disse: "Esse é doido!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engraçado é que agora que ele já tem um vocabulário significativo, procura associar as palavra novas às antigas. E com isso saem pérolas incríveis. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- "Fala Hi-po-pó-ta-mo". E ele: "Hi-po-po-tamamãe". Repti várias vezes, e ele só disse "Hipopotamamãe". Nossa será que ele reparou como estou gorda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Explicando que aquele na estampa da camisa era o Batman, ele não vacilou: "Bate-mamãe!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Coisa mais linda são suas primeiras palavras de menino educadinho: Obrigada&lt;br /&gt; e Saúde, quando alguém espirra (ou ele mesmo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas lindo mesmo, lindo de viver, foi na noite em que ele fez dois anos. Estávamos eu, ele e o pai deitados na rede assistindo alguma coisa. Então, do nada, ele vira pra o pai, dá um abração e diz "Te amo, papai!". Depois, antes que eu manifestasse minha inveja, vira pra mim e diz: "Te amo mamãe", e dá outro abração. Então se aninhou no colo do pai, fechou os olhos e dormiu. Ele já tinha dito "te amo, antes", mas nunca de uma forma tão espontânea e direcionada (sem a gente ter que pedir). Nós também te amamos, filho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-106554055856846358?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/106554055856846358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=106554055856846358' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/106554055856846358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/106554055856846358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/08/2-anos-e-uma-barriga.html' title='2 anos e uma barriga'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2371658710920327525</id><published>2009-07-23T06:40:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T06:58:18.407-07:00</updated><title type='text'>Senhor Falante</title><content type='html'>Não sei se essa é a fase mais bonita numa criança porque eu acho todas as fases lindas, cada uma ao seu modo. Mas semrpe fui fascinada por crianças de dois ou três anos, quando começam a adentrar o mundo da linguagem oral. E agora estou curtindo isso com Vinícius, me esbaldando nas descobertas diárias que ele faz. Tudo é muito rápido, o cérebro está à mil por hora e de uma semana para a outra percebemos um desenvolvimento incrível na manipulação das palvras, dos sons, da comunicação. Se não curtimos cada detalhe, de repente passa e pronto: perdemos a bênção de redescobrir o mundo com eles.&lt;br /&gt;Abaixo algumas pérolas das muitas que ele solta todo dia... como a memória não ajuda, eis só algumas que me fizeram sorrir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OVELHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia passeando com ele pela rua ele começa  a dizer: "Ovelha!". Achei estranho porque nossa rua não é um ambiente nada bucólico-pastoril. Só via carros e gente passando. MAs ele parou e insistiu: "Ovleha, mamãe, ovelha!", e apontou numa direção. Quando olhei para onde ele apontava, ele completou: "Au-au ovelha!". Entendi: era um poodle!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HABEMUS NOMEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uciana e Tibéio. Agora ele sabe que mamãe e papai têm nome também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEBÊ NERD?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou comigo querendo ensinar as formas de maneira prática a ele. Agora quando quer biscoitos ele pede: "Mamãe, quero círculo!", para a bolachinha redonha, quadrado para a de água e sal, retângulo para aquela com goiabada no meio, oval para aquele de coquinho, e assim por diante. As pessoas me olham esquiito quando, no meio do supermercado, na seção de biscoitos, vêem um menininho esperneando: "Mamãe, dá um quadradooooo! Dá um quadradoooo!". Tô procurando um em forma de hexagono, heheheh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei como ele aprendeu, mas ele já flexiona os substantivos. "Um palhaço, dois palhaços, três palhaços", fala meu pequeno Sr. Falante enquanto conta. E eu fico beeeeesta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2371658710920327525?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2371658710920327525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2371658710920327525' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2371658710920327525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2371658710920327525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/07/senhor-falante.html' title='Senhor Falante'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2195317232115969703</id><published>2009-07-14T10:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-14T11:03:18.245-07:00</updated><title type='text'>Coisinhas</title><content type='html'>Quando nosso filho tem dois anos, todos os dias acontecem tantas coisinhas engraçadas e/ou significativas que deveríamos registrar!&lt;br /&gt;A gente acaba não registrando e esquecendo, mas quando reencontra uma dessas cenas na memória ou num diário, dá-se conta de como viveu um período feliz. Eu até tento me policiar para registrar, mas deixo voar muita coisa, minha memória não é nada confiável... vou tentar ficar mais ligada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A de hoje foi essa:&lt;br /&gt;Eu estava na cozinha temperando uma carne. Quando me viu com o tablete de caldo de carne na mão, o papelzinho dourado reluzindo, Vinícius endoidou. Queria porque queria comer, e o motivo era simples, ele berrava a plenos pulmões: "CHOCOLATEEEE!!!"&lt;br /&gt;E mesmo colocando na boca pra ele provar ele não se convenceu. Tive que achar um chocolate e dar pra ele se não ele comeria o tablete de caldo de carne bem satisfeito, hehehehe, tão pequeno e já sugestionado pela propaganda!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2195317232115969703?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2195317232115969703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2195317232115969703' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2195317232115969703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2195317232115969703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/07/coisinhas.html' title='Coisinhas'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-716070516770895470</id><published>2009-06-15T17:12:00.000-07:00</published><updated>2009-06-15T18:20:31.229-07:00</updated><title type='text'>Negativismo</title><content type='html'>Ah, as fases dos filhos...&lt;br /&gt;Como aprendemos com isso, não?&lt;br /&gt;Agora Vinícius está entrando na fase de dizer não pra tudo. Ele me chama para pedir um brinquedo, mas todo brinquedo que pergunto: "É esse?", ele responde: "não!", e quando esgotam todos os brinquedos ele continua angustiado. Faz os mesmo com seus livros, com os DVDs, com comida... faz que vai pedir mas quer apenas dizer não para todas as alternativas possíveis e imagináveis.&lt;br /&gt;Às vezes me desobedece e desafia com olhar, como se dissesse: "Estou fazendo sim, e daí?". Às vezes se joga no chão porque não quer ir tomar banho ou porque não quer sair do banho. Muitas vezes se joga também no chão quando saímos, no meio do shopping ou na calçada, só ra fazer birra, e só se levanta quando vê que eu dei as costas e fui embora (e e eu vou mesmo, deixo ele lá e depois me escondo e fico esperando ele se levantar e vir atrás de mim, e ele sempre vem). Muitas vezes se nega a dar beijo ou abraço na gente. Na hora de dormir, por mais que esteja com sono, fica sentado no berço falando ou brincando com o travesseiro só pra se negar a dormir.&lt;br /&gt;Tem dias que penso: "Mas meu Deus do céu, como foi que meu bebezinho se transformou nesse moleque chato, hein?"&lt;br /&gt;Aí tem a explicação científica.&lt;br /&gt;Perto dos dois anos a criança está no estágio de desenvolvimento que Jean Piaget chamou de pré-operatório. Nesse estágio ela é egocêntrica por natureza, para ela o universo inteiro gira em torno de seu umbigo e ela simplesmente não entende pontos-de-vista diferentes do seu, no máximo os respeita (respeito unilateral). Já consegue agir por simulação, já dramatiza algo que sabe não ser real (sabe aquele choro falso? Pois é). Segundo Wallon, "Na construção do eu, há grande dependência do outro, tanto para ser referência quanto para ser negado. Nessa fase a criança faz manha, se joga no chão para conseguir algo, imita o outro. Todo e qualquer tipo de sentimento, a crise de oposição ao outro que se torna estimulante para a criança se descobrir, faz parte da construção do eu. A negação do outro funciona como uma espécie de isntrumento de descoberta de si própria. Sedução e imitação do outro são características dessa fase. "&lt;br /&gt;Isso dura até os 3 anos, mais ou menos. É daí que vem a expressão "&lt;a href="http://www.dican.com.br/blog/blog.asp?idAut=5&amp;amp;idB=79"&gt;Os terríveis dois anos&lt;/a&gt;". Achei &lt;a href="http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem.htm"&gt;UM ARTIGO NA NET &lt;/a&gt;muito esclarecedor sobre o assunto também, aliás, sobre várias fases da criança, vale a pena ler!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem jeito, gente. É esperar passar e ter paciência. Afinal, faz parte do crescimento dessa obra prima que eu botei no mundo. O parto é apenas a primeira separação dolorosa entre mãe e filho... a sepração física. Depois, vem a separação psicológica, que dura um bocado (e o que dizer da adolescência?), mas que é necessária para que nasça, de fato, um novo ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensar que anos atrás eu nem imaginava que seria a mãe do Baby, huahuahuahuah Lembram daquele episódio da Família Dinossauro, "Os terríveis dois anos", que o Baby fica um capetinha? Achei pra &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=78DYYXIG"&gt;baixar AQUI&lt;/a&gt;. No Youtube achei o vídeo abaixo com o qual também me identifiquei muito, hehehehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zq42IyHjtIw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zq42IyHjtIw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-716070516770895470?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/716070516770895470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=716070516770895470' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/716070516770895470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/716070516770895470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/06/negativismo.html' title='Negativismo'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6640900854322004917</id><published>2009-06-05T18:03:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T18:41:39.157-07:00</updated><title type='text'>A bênção de ter filhos</title><content type='html'>Este é o nome de um livro maravilhoso escrito por Gary Thomas que recebi de presente do Marcão assim que o Vinícius nasceu. Um presente e tanto! É um dos livros que usamos para fazer nossos cultos familiares. E como usamos muitos, nem temos mesmo pressa de terminar de ler, já vai fazer dois anos que o lemos em doses homeopáticas, e ainda falta um bocadinho pra terminar. Mas não se engane, a leitura lenta é feita como quem saboreia uma deliciosa sobremesa que não se quer mesmo que acabe. Gary nos cativa com os relatos de sua experiência e as relfexões que faz a partir disso e à luz da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim que hoje, durante o culto de pôr-do-sol, voltamos ao livro dele. O capítulo fala sobre como os filhos imitam os pais, e hoje fui eu quem li. Seguem alguns trechos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ser pai é literalmente moldar e influenciar a vida de outra pessoa. Na verdade, é algo sagrado e um chamado divino a ser considerado cuidadosamente. De fato, a realidade de influenciar fortemente a próxima geração faz-nos lembrar do tema deste livro: "amados, visto que temos essas promessas, purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus" (II Cor. 7:1). Por que precisamos nos purificar no processo da criação de filhos? Porque nossos filhos frequentemente seguem os rastros que deixamos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto Vinícius começou a nos interromper. Viu o livro (também conhecido como "O livro do menino da cara quadrada" por causa do bebê que aparece na capa) e queria pegar. Eu o distraí e ele resolveu mexer na minha bolsa - uma de suas distrações preferidas, para meu desespero. Mas continuei lendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ser pai é deixar uma marca. Não há dúvida de que a paternidade, ao menos nos últimos estágios, passa a impressão de uma cópia. A única diferença, e grande por sinal, é que não reproduzimos o papel, reproduzimos a personalidade, o legado e o destino humano"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vem Vinícius com uma caixinha de suco que pegou no armário, e que deveria ser seu lanche da escola. Custei a lhe explicar que não podia abrir a caixinha porque o suco era pra levar para seu lanche. Tentou pegar o livro novamente, eu não deixei. Ele resmungou, insistiu mas acabou se conformando e voltou a mexer na minha bolsa. E eu continuei lendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O perdão recebido na cruz não significa que Deus nos isenta de crescer na retidão, mas nos exime de nosso egoísmo! &lt;strong&gt;Crescimento espiritual não equivale a tentar alcançar o céu, mas deixar um exemplo autêntico para os outros seguirem , a começar por nossos filhos.&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ouvi Vinícius atrapalhar mais uma vez. Ele estava falando animadamente na língua dos bebês, e quando olhei de lado ele estava com um livro meu que estava dentro da bolsa, aberto no colo, na mesma posição em que eu estava, e fingindo ler o livro como eu estava fazendo com o livro do Gary Thomas. Hehehehhe... Confesso que, depois de ler o texto e me sentir com medo diante tamanha responsabilidade que é influencia outro ser humano, a cena do Vinícius brincando de ler - outra de suas distrações preferidas - me deixou feliz. Às vezes a gente se cobra demais e esquece que tem dado nosso melhor a esses pequenos imitadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOMENTO CORUJA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius está indo bem na escola. Faz uma manhazinha na chegada e se agarra ao meu pescoço, mas é só na hora da separação. Basta dar as costas e ele va brincar alegremente (claro que já ficamos escondidos pra conferir!). Tem aprendido conceitos importantes para seu raciocínio lógico e desenvolvimento psicomotor como: Alto e baixo, grande e pequeno, dentro e fora, em cima e embaixo, etc, e tudo que vê sai classificando: "avião gandão, caminhão gande, fomiga pequena, janela em cima, girafa alto", uma graça! E eu por aqui também tenho ensinado umas coisinhas com ele, tudo através e bricnadeiras. Assim ele já sabe:&lt;br /&gt;+ Reconhecer as vogais&lt;br /&gt;+ Reconhcer algumas consoantes&lt;br /&gt;+ Reconhecer algumas palavras inteiras (para ele são signos linguísticos tanto quanto as letras, então ele também lhes atribui disgnificado. Posteriormente ele vai entender que as letras formam essas palavras)&lt;br /&gt;+ Reconhecer as cores: azul (sua preferida), verde, amarelo, preto, branco, rosa, vermelho (essa é a que ele mais tem dificuldade pra falar o nome correto, às vezes chama de verde ou verpreto, mesmo sabendo que é vermelho, não sei o porquê). O laranja ele chama de amarelo, não tem jeito. Também gosta de classificas as coisas por cores: "folha verde, céu azul, flor branca, etc"&lt;br /&gt;+ Reconhece os números de 1 a 10 - só tem mais dificuldade com o 9.&lt;br /&gt;+ Reconhece seu próprio nome quando o vê escrito em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a baba escorre...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6640900854322004917?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6640900854322004917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6640900854322004917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6640900854322004917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6640900854322004917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/06/bencao-de-ter-filhos.html' title='A bênção de ter filhos'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6496829352068149808</id><published>2009-05-29T09:59:00.001-07:00</published><updated>2009-05-29T10:01:49.738-07:00</updated><title type='text'>Notícias do meu pequeno homem</title><content type='html'>A notícia boa é que esta semana ele começou a me avisar quando quer fazer cocô. Pela primeira vez se mostra incomodado e pede para eu o levar ao banheiro!&lt;br /&gt;A notícia ruim é que, quando chega no banheiro ele não quer sentar em seu piniquinho. Nem quer sentar na privada. Ele quer fazer cocô na pia. Porquê? Eu não faço a mínima idéia. Mas fica lá, reclamando e se prendendo até que o coloquemos sentado na pia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ê, mãe sofre...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6496829352068149808?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6496829352068149808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6496829352068149808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6496829352068149808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6496829352068149808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/05/noticias-do-meu-pequeno-homem.html' title='Notícias do meu pequeno homem'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-3726217766558103875</id><published>2009-05-17T13:24:00.000-07:00</published><updated>2009-05-17T13:55:21.866-07:00</updated><title type='text'>Riso</title><content type='html'>O primeiro sorriso de um bebê é comovente. Os risinhos e as gargalhadas que se seguem também. Mas nenhum momento desses me foi tão comovente do que quando percebi o senso de humor do meu bebê. A capacidade dele entender situações engraçadas e até criá-las. Acho que o senso de humor é um sinal forte de inteligência e um indicativo de uma personalidade grandiosa.&lt;br /&gt;Nunca abri mão desse componente em minhas relações de amizade, e foi uma característica fundamental na hora de escolher um companheiro.&lt;br /&gt;Desde os 4 meses, quando começou a brincar de "Cadê? Achou!", Vinícius já fazia piadas e gracinhas. Mas essa capacidade vem se tornando mais e mais elaborada. Com 1 ano ele já conseguia entender situações engraçadas (especialmente as que siginifcam surpresa, algo diferente do comum que cause espanto). Hoje ele mesmo já faz suas próprias gracinhas.&lt;br /&gt;Outro dia eu estava tão concentrada em trocar-lhe uma fralda que não me preocupei enquanto ele passava o dedinho nomeu rosto, pra lá e pra cá. Só quando ele caiu na gargalhada reparei que ele tinha acabado de pintar minha cara inteira com pomada contra assaduras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rir com o filho - seja das piadas dele ou das que você contou - é uma das coisas mais deliciosas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;---------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele entrou definitivamente na fase do "falar". E isso, desde o começo cria situações bem engraçadas. Por exemplo, logo que começou a balbuciar as sílabas, ainda sem uma boa noção de seu significado (a não ser que significavam alguma coisa), ele às vezes as unia de um jeito que criava palavras com sentido, embora essa não fosse sua intenção. Certa vez olhou pra um amigo nosso na frente de várias pessoas e disparou um "papa!", quando ainda nem falava "papai", deixando nosso amigo bem contrangido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, que já nos imita as palavras e associa os sons a seus significados, também nos faz rir um bocado pela confusão que atribui a esses significados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por exemplo, costumamos sempre orar com ele, e ao final das orações dizemos "Em nome de Jesus, amém!". Outro dia meu marido reclamava de algo chato que acontecera desabafando "Ai, Jesus!". Vinícius disse na hora: "AMÉM!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;heheheheheh&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-3726217766558103875?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/3726217766558103875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=3726217766558103875' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3726217766558103875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3726217766558103875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/05/riso.html' title='Riso'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6448762758221951145</id><published>2009-05-11T17:14:00.001-07:00</published><updated>2009-05-11T18:52:18.519-07:00</updated><title type='text'>Mudanças</title><content type='html'>Há uns posts atrás, falando sobre o bebê e a escola, eu me coloquei como uma privilegiada: uma mãe que, por não precisar trabalhar para sobreviver, tinha condições de educar seu filho pessoalmente, de perto, acompanhando-o a cada conquista e fazendo parte de cada uma delas diretamente. Me coloquei contra a atitude, hoje considerada tão normal, de mandar crianças com menos de três anos para a escola sem um bom motivo. E disse que sonhava em colocar Vinícius na escola só lá para seus quatro anos, me programando para fazer sua educação aqui mesmo em casa, com meu próprio programa pedagógico.&lt;br /&gt;POIS BEM. Tudo mudou.&lt;br /&gt;Até quinta-feira eu tinha mais um privilégio: uma excelente babá. Que era babá não só do Vinícius como também minha e de meu marido. Me ajudava com a casa, cozinha, roupas e ainda demosntrava grande carinho e paciência para com meu pequeno. Ela era meu complemente quando eu tinha que ir à faculdade (estudo pela manhã e à noite, Licenciatura em Música), pois também o estimulava e fazia brincadeiras que despertavam seu interesse em conhecer e aprender. Criativa, sempre encontrava um brincar-pedagógico, e nessa parceria estávamos indo muito bem, pois Vinícius já demosntra cognição motora, social, linguística e musical acima da média de sua idade (momento coruja: além de ser um bebezão que com seus 1 ano e 9 meses pasa facilmente por uma criança de três anos).&lt;br /&gt;Acontece que minha babá adoeceu seriamente com uma crise de diabetes e vai ter que se ausentar por não sei quanto tempo. E eu me vi de repente, não mais que de repente, SÓ.&lt;br /&gt;Meu marido ajuda muito, muuuuuuuito mesmo, mas ele tem a árdua tarefa de ser o único provedor financeiro da casa (espero que por enquanto!). Minha mãe e parentes moram a dois estados do meu. Não tenho maigos ou vizinhos que possa ajudar também. E estou concluindo meu último semestre na faculdade, prestes a fazer os últimos trabalhos, que além de serem os últimso são também bem complicados.&lt;br /&gt;O QUE FAZER?&lt;br /&gt;Quase enlouqueço este fim-de-semana. Minha cabeça até agora dói. Estou me sentindo atordoada, fracassada e literalmente tonta, tão grande minha capacidade psico-somática. Meu sonho de homeschool e de participar comoe ducadora dos primeiros e mais importantes anos de meu filho parece estar indo de água abaixo. Depois de quebrar minha cabeça com todas as opções possíveis - inclusive a de encontrar outra babá, não me restou outra alternativa: uma escola. Uma babá é algo para se encontrar com calma. A minha ex-babá eu acompanhei de perto nas primeiras semanas porque estava de férias. Não posso simplesmente pegar alguém que desconheço (mesmo com recomendações) e deixar em casa com meu filho. Tenho que observar, treinar, conversar, explicar a maneira como ocrio e como ela pode me ajudar nisso. Tenho que ver a forma como ela desenvolve o apego com ele, como lida com suas necessidades e sua autonomia. Ou seja, é algo muito complexo, e não estou podendo faltar tanto na faculdade para fazer isso.&lt;br /&gt;O que fazer, abandonar o curso? Olha, se fosse em outro contexto eu até faria. Quando engravidei, aos quatro meses decidi trancar o curso porque senti que era o melhor pra^meu bebê e pra mim. Atrasei a formatura mas não me arrependo, foi a decisão mais certa naquele momento. Mas agora é diferente. Eu lutei tanto para fazer este curso (Fiz outro curso de seis anos antes desse que só me deu desgosto até hoje, e tive que ter coragem pra recomeçar... com a ajuda do meu marido, sem o qual nada disso seria possível, enfrentei preconceitos, medos, dificuldades mil). Driblei tantas situações aparentemente sem saída para conseguir chegar na reta final. Agoa sinto que o melhor para mim - e para meu bebê - é terminar meu curso e partir para uma nova etapa de vida que também irá beneficiá-lo. Que me fará uma mãe com mais competências para dar-lhe suporte. Uma mãe que nunca dirá: "Abneguei minha vida por você" fazendo-o carregar uma cobrança disfarçada de amor. Mas que terá muitas histórias para lhe contar quando ele se sentir prestes a querer desistir de um sonho. Histórias que poderão lhe dar nova esperança. Esperança que o motivará a caminhar um pouco mais, e me dará o prazer de caminhar ao seu lado.&lt;br /&gt;Não é a primeira vez que enfrento um dilema com as instituições infantis. Quando ele tinha sete meses me vi numa situação parecida, e por trÊs meses ele ía duas vezes por semana, na parte da manhã, para o que aqui em Recife chamamos de Hotelzinho. Uma espécie de berçário, que difere da escola de educação infantil porque seu foco é em CUIDAR, enquanto na escola o foco é EDUCAR. Como o hotelzinho era na rua da minha casa, e me inspirou segurança (parecia uma casa de tia, com cuidadoras muito amáveis), ele passou seus momentos lá. Nos primeiros dias eu chorava feito uma boba enquanto ía para a faculdade depois de deixá-lo lá. Outros dias ele quem chorava quando eu ía (era mais raro, normalmente ele ficava numa boa, mas tinha dia que tava mais a fim de um colinho de mãe). Quando fez um ano eu comecei com a "era babá", e como Deus me abençoou com alguém quase-perfeita, eu vivi um período de céu, com tudo sob controle, tudo saindo do jeitinho que eu sempre sonhei. Muito tempo para estudar e para cuidar do desenvolvimento de Vinícius.&lt;br /&gt;Agora essa era acabou. Abruptamente. Estou ensandecida sem poder estudar num momento crucial de meu curso, tendo que fazer mil tarefas domésticas sozinha, e dar toda a atenção que ele requer também. O hotelzinho fechou e mesmo que ainda estivesse aberto (ouvi rumores de que estão reformando para reabrir), não acho que comporte mais as necessidades dele, uma vez que eu já comeceu sua educação intelectual, e o simples cuidar não basta para o meu bebÊ.&lt;br /&gt;Meu bebê. Essa é outra questão. Quando eu o vir fardado e indo para a escola formal... meu Deus... será também o fim da era bebê. Será seu primeiro passo rumo À independÊncia definitiva. Mais um corte na nossa relação... um corte que acho precoce!! Mas é claro, que a plasticidade da criança permite cicatrizar rapidinho e logo adaptar-se. O problema é que numa "véia" como eu, essa plasticidade já não é tão grande, e meu coração sangrará por ainda muito tempo.... não sei se conseguirei me perdoar por deixá-lo ir assim, tão pequenino... tento visualizar Ana quando deixou Samuel na porta do Templo para que ele fosse educado lá em regime integral, tipo internato. MEu Deus, como ela deve ter sentido! MAs confiou em ´Deus e é isso que tenho que fazer também, orar, entregar a Deus e confiar.&lt;br /&gt;Alguém que esteja me lendo aí pode estar achando que estou fazendo um melodrama, uma tempestade num copo de lágrimas, heheheheh talvez até seja. Mas tenho que confessar aqui minha dor, afinal, foi para isso que comecei a escrever aqui, para desabafar minhas angústias e felicidades de mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, depois dessa brve introdução... heheheh, vamos à parte prática. Sem tempo de pensar muito nem adaptar-me, nem sequer de fazer uma vasta pesquisa como eu gostaria, olhei na internet, andei pelo meu bairro e acho que enfim encontrei uma boa escola para colcoar Vinícius nessa atordoada fase em que entramos.&lt;br /&gt;Vou dizer mais ou menos como foi e quais meus critérios para escolher essa boa escola. Bem, acho que felizmente os alunso de hoje, que vivem na era pós-Piaget, podem festejar o grande número de boas escolas. A pedagogia sócio-cosntrutivista e as posteriores vieram a acrescentar muito à educação de uma forma geral, e em especial À educação infantil. Ainda existem algums "depóstios de criança" em nada comprometidos com a educação global das crianças, que ainda usam meios tradicionalistas e absurdos para (des)educá-las e lhes encher de neuroses bem cedo.&lt;br /&gt;Mas felizmente isso não é mais maioria hoje. Nas minhas buscas encontrei várias escolas boas, a questão é que, justamente por dependerem da coordenação e direção de seres humanos elas nunca tÊm aperfeição completa. NEnhuma delsa combina exatamente com sua maneira de ver a perfeição. Então o jeito é encontrar aquela que tem os valores mais significativos para você.&lt;br /&gt;Depois de muito pesquisar (num tempo recorde de dois dias), eu me vi diante de ter que decidir entre:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A escola dos sonhos - aquela escola que eu queria ser a dona. Linda, toda projetada arquitetonicamente para as crianças, arborizada, ampla, com salas de aula integradas à natureza, horta, jardim, parquinho com mil opções para desenvolver a psicomotricidade, nutricionista, psicólogo, pedagoga especializada em educação e desenvolvimento infantil, professoras incríveis, natação, propostas pedagógicas e material didático de babar. ATÉ AULA DE MÚSICA!!! Evidentemente, completamente foa de nosso orçamento. Eu precisaria passar num concurso público só para sustentar esse sonho. Inviável! E me fez ficar um pouco revoltada: essa deveria ser a escola para todos, a escola pública, mas infelizmente é a escola de quem pode pagar, logo, o que é ideal é considerado luxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A escola-conteúdo - tive uma conversa excelente com a supervisora pedagógica dessa escola, onde discutimos métodos e didática do ensino infantil coma maior empolgação. Ela me mostrou o excelente material didático utilizado com as crianças do maternal, apostilas especialmente preparadas para elas, todas de acordo com os eixos do RCNEI (Referencial Curricular NAcional para Educação Infantil, documento do MEC que deve nortear o ensino nesse nível). Ela me mostrou a classe com os diferentes ambientes pedagógicos, inclusive um lindo lugar para repouso e trocas. Me falou das ferramentas e conteúdos aplicados aos alunos e eu os vi todos sentados numa roda, quietinhos e compenetrados. Um quadro com a rotina diária dos alunos figurava bem grande, como se a super nanny tivese passado por lá. Deu um dó!!! Percebi que o foco dessa escola é no conteúdo, tanto que seu parquinho, mesmo diante de uma estrutura física geral muito boa (tudo novinho e com cara de colégio "de respeito"), é um parquinho ridículo. Num lugar pequeno, com um brinquedo apenas, sem areia, tão querida pelos pequenos nessa fase, sem contato com a natureza... dá impressão que eles passam a maior parte do tempo dentro da sala mesmo. Não há uma árvore decente para eles olharem, só aquelas palmeira decorativas nos corredores. Achei um ambiente triste, apesar de tão excelente pedagogicamente. Mas fiquei balançada... afinal, as professoras me pareceram carinhosas e o ambiente, apesar de tudo, acolhedor.&lt;br /&gt;- A escola afeto - A mensalidade é a mesma da anterior, mas não há taxas para livros de apoio (o material didático é fornecido pela própria escola e as vezes confeccionado pela própria professora), nem taxa para agenda (os comunicados são dados diretamente entre a mãe e a professora quando estas se encontram), nem natação. Mas há um enorme parque de areia na frente do colégio, com árvores de verdade (não aquelas de enfeite), muitos brinquedos (alguns simples, mas todos muitos atraentes e seguros). A estrutura é de uma casa de vovó. Aqui acolá encontramos uma lâmpada queimada, um pedaço de parede precisando de pintura. Mas a "tia" ("Tia" sim, eu acho que tem que chamar de TIA sim senhor, pelo menos nessa idade, e tem que encher a boca TIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAA, quem se incomoda que vá ensinar na faculdade), oh, Deus, a "Tia" era um doce. Os alunos tinham todos caras de felizes. As paredes das pequena sala estavam todas decoradas com capricho, apesar da simplicidade. Tudo muito colorido, cadeiras e mesas não padronizadas, algumas de bichinhos, brinquedos educativos espalhados por prateleiras ao alcance das crianças. Um aquário enorme recebe as crianças logo na entrada, e na lista de material individual, além dos de praxe, baldinho de praia e esteira pra brincar na areia. Que bacana! Embora a coordenadora pedagógica não tenha me parecido muito simpática (hmmmm talvez porque ela já recusou um projeto de musicalização meu quando fui, há um tempo atrás, oferecê-lo nessa escola, hehehehe), os funcionários me pareceram afetuosos e bem humorados. Essa escola me balançou muito!!! Lembrei do quanto eu me divertia na areia da escola onde estudei até a 4ª série, como era bom ter lugar pra correr e brincar no pátio, como era bom ter uma professora que fosse uma "tia". Fiquei numa dúvida cruel entre esta escola e a anteiror, afinal, conteúdo pedagógico é muito importante, e isso de ter livros no maternal é lindo demais... mas pensei: poxa, Vinícius terá tempo demais para se preocupar com conteúdo pedagógico. Ele vai carregar quilos de livros, todos os dias de sua vida, por muuuuuuitos anos. Será que agora, especialmente nesa fase onde o aprender e o afeto estão tão conjugados, o mais importante não é um lugar onde ele possa ter experiÊncias agradáveis, onde a aprendizagem seja feita com mais calor, com simplicidade e carinho ao invés de sofisticação e sistematização? Sempre achei fascinante a capacidade de criar com simplicidade. Sou fã da metodologia Waldorf por causa disso. Acho que a escola vai ser essa mesma, Amanhã irei providenciar documentos e material, e acho que até quinta ele começa. Ainda vou tirar umas dúvidas com a coordenadora para ter certeza absoluta, mas acho que vai ser lá mesmo, pelo menos esse ano, pelo menos até as coisas se ajeitarem por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem... e ele, o que acha disso tudo? Em todas as escolas que fui, ele foi logo chegando e se enturmando. Sem nem olhar pra trás pra ver minha cara de espanto, ía entrando na salinha, sentando no colo da professora, na mesa com os coleguinhas, pegando os joguinhos, interagindo com os brinquedos e livrinhos, uma graça! O dia pra mim, que foi de angústia e dúvida, foi pra ele de pura diversão. Tanto que ele reclamou muito toda vez que eu ía embora, não queria sair das escolas de jeito nenhum, huahauhua As professoras ficavam doidas por meu "sem-vergonha" e elogiaram sua sociabilidade, sua coordenação motora, sua capacidade de se expressar ("Puxa, ele já fala tanta coisa pra idade dele!"), sua habilidade com os joguinhos de lógica e sons, e é claro, seu tamanhão "Nossa, como ele é graaaande"... uma ficou realmente espantada e batemos um papinho sobre os estímulos que eu faço com ele em casa, que ela elogiou muito. Bem... meu consolo é me dar conta que isso não precisa acabar. Posso agir junto com a escola. Não quero se uma mãe chata, mas vou fazer questão de saber todo conteúdo que será trabalhado paa eu também incrementar em casa, de forma lúdica, claro, para não encher o saco dele, mas para que eu continue participando diretamente desta fase maravilhosa dele que é descobrir o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, meu amor, meu pequenininho. Se você soubesse o que o mundo é... talvez preferisse ficar mesmo eternamente no colinho da mamãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trarei notícias nos próximos dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6448762758221951145?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6448762758221951145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6448762758221951145' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6448762758221951145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6448762758221951145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/05/mudancas.html' title='Mudanças'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4834794422485322426</id><published>2009-05-05T19:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T19:42:21.621-07:00</updated><title type='text'>Mais sobre os vilões</title><content type='html'>Domingo passado saiu uma matéria interessante num jornal local daqui de Recife, que só vem a confirmar o que escrevi no posto "Ouça o que eu digo, não ouça ninguém", logo abaixo. No referido post eu esqueci de mencionar ainda um item na minha lista de "produtos abomináveis que usei com meu filho". O andador.&lt;br /&gt;Com 7 meses Vinícus demonstrava grande interesse em se movimentar mas não queria saber de engatinhar. Mesmo estimulando-o desde os 4 meses com vários exercícios, tapetes e deixando ele de bruços, e chamando com brinquedos, e o escambau que me diziam, o garoto não queria saber de engatinhar. Mas queria ficar o tempo todo vagando pela casa em nosso braço. Então respirei fundo e comprei um andador. Depois de muito pesquisar sobre o assunto vi que é mais um assunto em que os pediatras não concordam unanimemente, e que os mais equilibrados sustentam a velha e boa premissa que o único perigo é o exagero. Assim, seguindo recomendações dos pediatras que me pareceram menos radicais, colocava Vinícius cerca de uma hora por dia no andador, dividido em dois períodos de meia hora, um à noite, e outro de dia. Meu filho AMOU. Dava vazão a sua energia e sua curiosidade e nunca sofreu nenhum acidente, pelo contrário, explorava o mundo com satisfação. Continuei estimulando-o para engatinhar, mas ele só o fez com 11 meses, e duas semanas depois andou. Não ficou com perna nem pé torto, nem com pisada cruzada, nem com problema de coluna, nem andando na ponta do pé. Tem uma coordenação motora e percepção espacial primorosas, antes de andar já chutava uma bola bem certeiro segurado pelos braços, e não cansa de me impressionar com a habilidade de seus movimentos (ainda mais que eu e o pai não somos do tipo atletas, hehehe). Perdeu o interesse pelo andador sozinho, com cerca de 10 meses, quando começou a andar segurando nos móveis. E meus braços descansaram um bocadinho, graças a Deus! É fácil dizer "meu filho não usa andador" quando se tem uma babá pra segurar o pesinho-pesado o dia inteiro! Quando não... é hora de repensar os conceitos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a chupeta, já falei que Vinícius começou a usar com 3 meses, por sugestão da pediatra em face da personalidade dele (high needs, Lu!), usando para dormir e em alguns momentos como objeto transicional. Llargou sozinho, numa boa, sem traumas nem sofrimento, por pura falta de interesse, com 1 ano e 8 meses, bem antes dela fazer qualquer estrago. Fala, mastiga, sorri perfeitamente e tem dentes lindamente alinhados. A reportagem abaixo fala tudo o mais por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dar ou não a chupeta: eis a questão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pesquisa derruba o mito de que a chupeta é empecilho à amamentação de recém-nascidos. Para dentistas, no entanto, ela ainda é vilã&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Há pelo menos três mil anos, a humanidade recorre a ela para fazer silenciar bebês indóceis. Mas, fora do berço, chupeta angustia mais que acalma. Desde que os gregos tiveram a ideia de dar a seus rebentos um consolo feito de linho trançado e embebido em mel, leite adocicado, conhaque e láudano (ópio misturado com álcool), uma verdadeira celeuma instaurou-se entre pais e médicos sobre os efeitos da pretensamente inofensiva chupetinha na amamentação, dentição e até respiração dos pequenos.&lt;br /&gt;Ainda no século 19, quando muito pouco se sabia sobre o assunto, o consenso médico já era de que as chupetas deveriam ser evitadas a todo custo. Um dos mais respeitados representantes da categoria na Europa de então, o alemão Christoph Jakob Mellin, bradava aos quatro ventos que as trouxinhas de pano úmido produziam “boca grande e lábios grossos”. E, pior ainda, expunham os pequenos a um enorme risco de contrair doenças venéreas, já que os panos eram umedecidos também com a saliva das mães e enfermeiras.&lt;br /&gt;Séculos e muita pesquisa depois, só agora surgem os primeiros estudos que redimem, pelo menos em parte, a adoção do que a literatura médica chama de sucção não nutritiva. Segundo essas pesquisas, a chupeta não inviabiliza, necessariamente, a amamentação. E pode até ajudar a prevenir a morte súbita, síndrome que causa parada respiratória em bebês com menos de um ano, durante o sono.&lt;br /&gt;Um desses estudos que, se não endossam, pelo menos não demonizam a prática muito adotada por pais e mães insones mundo afora, é latino. Realizada em Buenos Aires, a pesquisa levou em consideração um universo de mil bebês – e mães – recém-nascidos. Para a metade das famílias, o médico Néstor Vain, diretor do Departamento de Pediatria e Neonatologia da Maternidad Palermo, Sanatorio de La Trinidad, recomendou o uso da chupeta. E, para a outra metade, proibiu.&lt;br /&gt;A conclusão foi uma grande surpresa: nos dois grupos, o índice de sucesso no aleitamento materno foi de 86%. “Mas é bom que fique claro: não é que a chupeta não atrapalhe em nada a amamentação. Na verdade, fica provado que ela não a inviabiliza, necessariamente”, diz a também pediatra neonatologista Débora Passos, do Hospital Santa Joana, de São Paulo, onde a pesquisa foi apresentada no Brasil.&lt;br /&gt;O utensílio, hoje disponível em silicone com formato anatômico, também tem sido apontado pela comunidade médica como aliado na prevenção da morte súbita. “Um dos fatores associados à síndrome é a língua posteriorizada, posicionada perto da garganta, que a chupeta corrige, empurrando para baixo”, explica Débora, que, nem assim, acha sensato tirar do objeto o rótulo de vilão.&lt;br /&gt;Bernadete Dantas, pediatra e coordenadora do Banco de Leite do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip), também recomenda cautela às mães. “A confusão entre peito e chupeta é inevitável. Porque os músculos envolvidos nas duas formas de sugar são diferentes”, diz. E a pegada principalmente. “Para mamar, o recomendado é que a criança abra bem a boca e a chupeta acostuma ela a fechar.” Além de fazer dormir mais. “É bom para quem quer descansar os ouvidos, mas não para quem deseja amamentar, já que o principal estímulo à produção de leite é a sucção”, alerta.&lt;br /&gt;Até dois anos atrás, Paôla Rebeca Fernandes, 30, diria exatamente o mesmo. Mas a chegada de João Gabriel mudou tudo: teoria e prática. “Eu tinha muita resistência à chupeta. Sabia, como profissional, que não era indicado. Mas, quando João tinha 10 meses, só dormia se fosse no peito. Nem era fome. Só dengo. Aí capitulei: providenciei logo uma chupetinha”, conta. “Minha mãe, que fica com ele quando dou plantão no hospital, adorou a ideia”, brinca Paôla, que não se arrepende de jeito nenhum. Nem contra-indica mais os bicos de plástico no consultório. “Hoje, acho que usar ou deixar de usar é uma opção. O importante é saber que qualquer uma das decisões exige cuidados”, avisa.&lt;br /&gt;Os fantasmas que assombram pais e mães pró-chupeta são muitos: ela pode interferir na arcada dentária, atrapalhar a dicção, inibir o desenvolvimento ósseo adequado da mandíbula, além de ser fonte de contaminação. Mas os imunes à ameaça plástica nem sempre dormem tranquilos. E não é só por conta de um chororô ou outro no meio da madrugada. O dedo pode ser mais nocivo que a chupeta. E é nele que muita criança acaba encontrando uma resposta para sua carência oral.&lt;br /&gt;Helena, 10 anos, encontrou. E sua mãe, a economista Belmira Galhardo, 43, que não tinha deixado entrar chupeta em casa para evitar aborrecimentos, trombou com um problemão. “Helena tinha quatro anos quando a médica sugeriu que colocasse aparelho”, conta. Mas não qualquer um. “O aparelho tinha uma espécie de garfo no céu da boca, que machucava o dedo se ela tentasse chupar.” Foram necessários oito meses para que Helena desistisse do polegar. E se livrasse do “garfo”. Belmira, por sua vez, livrou-se da antipatia por chupeta. “Quando Beatriz, hoje com quatro anos, nasceu, fui logo oferecendo”, conta. “Mas ela não pegou”, diz Bel. “Acho que não insisti o bastante.”&lt;br /&gt;A psicóloga Carla Andrade Leal, 35, nem precisou insistir. Começou a campanha tão cedo, que o primogênito Guilherme já saiu da maternidade de chupeta no bico. “Por mais que falem mal, é um consolo indispensável. Foi assim tanto para ele, quanto para mim. Especialmente quando precisei voltar a trabalhar”, confessa Carla.&lt;br /&gt;Em caso, aliás, casa de mãe trabalhadora como ela, explica a psicóloga Danielle Diniz, chupeta é objeto transicional. “Ela acalenta o bebê quando a mãe não está por perto. Ocupa, de certa forma, o lugar dela”, diz. Não sacia a fome, mas resolve a necessidade de sugar por prazer, típica do que Freud batizou de fase oral, quando desejos são supridos só pela boca.&lt;br /&gt;Hoje Guilherme tem dois anos e uma meia dúzia de “petas”. “Não me preocupo com isso. Ele só usa para dormir, tem dentição e dicção perfeitas. Daqui a pouco, com a ajuda da escola, tiro”, diz Carla. Diante da encruzilhada da chupeta, ela conta que optou pelo caminho empírico. O mesmo que sua sogra, Teresa Cristina Bandeira Leal, 60, trilhou há mais de três décadas. “Quando nasceu minha primeira filha, Maria Dulce, nem pensei duas vezes: ofereci. À segunda, Ana Helena, também”, recorda Teresa. Mas quando chegou o caçula, Luís, ela decidiu reduzir o arsenal de coisinhas indispensáveis e riscou a chupeta do enxoval. “Pra quê? Me arrependo até hoje. Luís foi, dos três, o que mais deu trabalho. Não parava de chorar.” E, por uma ironia qualquer do destino, foi justamente ele o único da família que precisou usar aparelho, conta Teresa, hoje árdua defensora da chupeta.&lt;br /&gt;A advogada Maria Coutinho, 32, é outra. Sempre foi. Mãe de Marina, 2 anos, e Felipe, 1 mês, ela nunca deixou de dar chupeta aos rebentos. Nem de amamentar. “Não atrapalhou. Pelo contrário. Ela evita que o bebê encha muito a barriga e fique agoniado, gofando”, opina Maria, que libera geral o uso da chupeta em casa. “Dou a qualquer hora, sempre que eles pedem.” E como pedem. Marina usa logo duas por vez: “uma para chupar e outra para cheirar”, diverte-se a mãe. Sabe-se lá até quando. “Ainda não sei quando vou tirar”, diz Maria.&lt;br /&gt;Mas é bom que seja logo. Segundo a odontopediatra Ivana Severo, na cadeira do dentista, não há espaço para polêmica: chupeta faz mal e pronto. “Pode causar vários problemas, como mordida aberta, mordida cruzada”, avisa. Mas só a partir do terceiro ano de vida da criança. “Todo prejuízo que a chupeta causar até lá é absolutamente reversível. Basta entregá-la ao Papai Noel e tudo volta ao normal”, brinca.&lt;br /&gt;Ou, como fez a também dentista Karina Castelão, 32, jogar do viaduto para “o gatinho”. Mãe de Júlia, 4 anos, ela aboliu a chupeta da rotina da filha quando a menina tinha dois anos. “O problema da chupeta é o exagero. Com bom senso, ela não atrapalha”, diz Karina, que já reabasteceu o estoque da casa para o recém-nascido Mateus. “Contra a cólica, não há remédio melhor”, brinca. Já Mateus, leva bem a sério. De plástico ou da mamãe, bico é com ele mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornal do Comércio - Pernambuco - 03/05/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4834794422485322426?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4834794422485322426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4834794422485322426' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4834794422485322426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4834794422485322426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/05/mais-sobre-os-viloes.html' title='Mais sobre os vilões'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6168953097196884257</id><published>2009-04-28T07:46:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T08:00:22.638-07:00</updated><title type='text'>Reflexões TPMísticas</title><content type='html'>Eu não gosto muito dessas historinhas mandam pela internet. Mas depois da visita de uma semana da minha cunhada-sogra, esta me tocou particularmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.&lt;br /&gt;Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.&lt;br /&gt;Ele pegou o bilhete e leu: - 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado:'&lt;br /&gt; Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.&lt;br /&gt;Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.&lt;br /&gt;O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.&lt;br /&gt;O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.&lt;br /&gt;O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou  em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.&lt;br /&gt;Ninguém respondeu na casa.&lt;br /&gt;Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.&lt;br /&gt;O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:&lt;br /&gt;  -'Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'&lt;br /&gt;A pessoa respondeu: - 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORAL: Ainda que achem que você é uma mulherzinha ordinária porque não tem um emprego de sucesso - nem quer ter, afinal quer passar fome como professora -, que achem você lerda porque dedicou os últimos dois anos de sua vida a cuidar do seu filho, ainda que te achem uma parasita exploradora de marido porque você não tem carteira de motorista, ainda que achem que você é uma vagabunda porque passa um terço de seu dia na frente do computador e dos livros (trabalho mental, estudo e pesquisa não é considerado trabalho, especialmente se não der dinheiro), ainda que questionem a forma como você cria seu filho, mudem de asssunto sonolentamente quando você começa a falar dos estímulos pedagógicos que está fazendo ao seu bebê, e critiquem até a comida que você dá a ele oferecendo alternativas alimentares que você odeia e combate, como coca-cola, ainda que a outros olhos você seja apenas uma fracassada estúpida que não serve nem para aparecer nas fotos da família... respire fundo, bata a cabeça no vidro algumas vezes e não se sinta tentada a enfiar a chave da sua casa (sim, você tem que ouvir tudo isso na sua casa) num lugar onde não deve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6168953097196884257?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6168953097196884257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6168953097196884257' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6168953097196884257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6168953097196884257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/reflexoes-tpmisticas.html' title='Reflexões TPMísticas'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-3044345156340085286</id><published>2009-04-24T08:39:00.001-07:00</published><updated>2009-04-24T10:44:45.281-07:00</updated><title type='text'>"Ouça o que eu digo: não ouça ninguém"</title><content type='html'>Ah, eu sempre quis fazer o que fazer pra ser uma boa mãe, claro. Fiz curso de gestantes, li todos os sites possíveis, livros, perguntei, fui atrás. E logo percebi que cada criança é mesmo um universo. Existem boas orientações, mas por melhores que elas sejam não quer dizer que elas sejam verdades absolutas e que se apliquem a seus filhos. O melhor para uma criança não é o que o pediatra, a enfermeira, a vizinha mãe de dez filhos ou sua amiga do orkut fala. O melhor para seu filho é que você o conheça, que invista tempo em saber cada uma de suas particulariddes físicas, intelectuais e emocionais, e assim possa amoldar todo o conhecimento que tem a suas reais necessidades. Sem neura de ter que dar satisfação a ninguém. Sem se cobrar por não se encaixar em padões que te diseram ser os corretos. Certo mesmo é passar tempo com seu filho e estar sempre sensível ao que ele te diz com os gestos, o olhar, as atitudes, os pequenos detalhes escondidos nas suas idiossincrasias. No mais, continue pedindo conselhos, mas não leve muito a sério tudo que ouve. Lembre que você não está num concurso de "melhor mãe do ano", você está apenas aprendendo amar essa criaturinha linda que Deus lhe deu (e junto com ela, uma sabedoria só sua para discenir o que é melhor para vocês).&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deixe eu falar do meu exemplo. Não desmerecendo a cartilha da pediatria moderna, que tanto nos ajuda a criar filhos saudáveis, acho que existem certas padronizações que ajudam a educar as pessoas, mas também podem confundir e atrapalhar, causando transtorno desnecessário, e redundando em ignorância.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Um dia, quando Vinícius fez 2 semanas de nascido, eu estava exausta e descabelada. Percebi que, mesmo de barriguinha cheia, ele continuava chorando e pedindo peito. Estava um calor enorme, e pensei: "será que ele não quer água?". Ora, me disseram que criança que mama no peito não precisa tomar água. Mesmo assim fui comprar uma "chuca" para ele, pois minha exaustão fez o leite quase sumir. Na loja a vendedora fez o maior terrorismo dizendo que se eu desse a chuca ele iria estranhar o bico e rejeitar meu peito. Olhei pra ela através das minhas olheiras de panda e pedi, por favor, pra embalar. Cheguei em casa e dei 25ml de água para ele. Foi a primeira vez que ele sorriu desde que nasceu. E continuou mamando numa boa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Com 4 meses dei suquinho de laranja. Novamente ouvi que o bico da mamadeira iria confundí-lo, e por deixar o líquido fluir mais fácil, iria causar a rejeição do peito. Vinícius amou o suquinho e continuou mamando numa boa. Nunca trocou o aconchego do peito por nada. O momento de mamar sempre foi um momento tranquilo, de paz, de carinho entre nós, e nenhuma mamadeira poderia substituir isso. Acredito que outras crianças poderiam até passar por esse processo de rejição, mas não foi o que aconteceu comigo, e intimamente eu sentia que seria assim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Com 5 meses a pediatra dele quebrou todos os meus paradigmas. Passou papinha de frutas e uma mamadeira de NAN com mamão para a prisão de ventre dele. E a amamentação exclusiva, doutora? Ela então me explicou que eu não deixaria de dar o peito, mas complementaria com as frutinhas. Que essa não é a orientação dada nos postos de saúde porque há muitas pessoas pobres que não têm condições financeiras de variar a alimentação de seus pequenos, e que se for liberada a fruta, esta pode ser dada em detrimento do peito por ignorância, junto com outros alimentos que "encheriam" mais, o que seria inapropriado para a criança. Mas no meu caso, que era uma pessoa esclarecida, e tinha condições de comprar uma lata de NAN para dar uma vez ao dia, isso ia ajudar para Vinícius não sofrer tanto com a prisão de ventre. Foi maravilhoso pois enfim, depois de 5 meses, ele passou a fazer cocô normalmente, sem sofrer. Me disseram: "ele vai se acostumar ao gosto diferente das frutas e do NAN e vai deixar de mamar!". E ele continuou mamando numa boa. Defendo a amamentação exclusiva até os seis meses, mas também defendo que cada caso é um caso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Com oito meses o mamão não funcionava mais. Comecei a fazer mingau de farinha de aveia. Disseram que ele iria ficar obeso. Ele nunca ficou, e é uma criança linda e saudável com o peso normalíssimo apesar de amar comer. O intestino dele ficou perfeito até hoje. Alguém me disse: "se você não desse o intestino sozinho amadureceria e ficaria bom do mesmo jeito." Mas eu não aguentava ver meu filho vermelho, sofrendo e chorando enquanto o intestino não amadurecia. Ele tomou o mingau. E continuou mamando à livre demanda até 1 ano e 2 meses. Me dei conta que alimentos como mucilon, leite artificial, mesmo não sendo a primeira opção, são alimentos infantis, elaborados especialmente para bebês e balanceados para suas necessidades. Conheço uma mãe que me reprovou por dar mucilon a Vinícius, dizendo que aquela "farinha" só fazia inchar e tornar obesa a criança. O filho dela não comeu mucilon,não tomou mingau, não come um salgadinho (pode dar pressão alta!), e já teve várias pneumonias. O meu come de tudo um pouco, inclusive salgadinhos de vez em quando, e quase nunca gripa, sempre foi "socadinho", sem gordura sobrando. Nunca rebati por respeito a ela, que é uma boa pessoa e pensa estar fazendo o melhor pelo filho, mas sempre ficou engasgado que meu filho não ficaria doente por comer um alimento bom e nutritivo especialmente para bebês, e que eu não me furtaria de oferecer isso a ele, a única coisa que eu não oferecia ao meu filho era remédio desnecessário e inapropriado para a idade dele, como muricalm, que ela dava ao filho para dormir quando ele estava mais agitadinho. Não é estranho isso? Numa sala cheia de mães e bebês, algumas da área de saúde, só eu não dava muricalm para Vinícius, e todas as outras achavam normal, apesar de ser um remédio que pode levar até ao óbito (basta ver a assutadora bula) e complicações do sistema nervoso. Mas ficavam caladas ouvindo passivamente quando aquela mãe contra-indicava o mucilon. Vai entender!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Do outro lado da Força as pessoas diziam: "você tem que tirar o peito quando ele fizer um ano, se não vai ficar chato, ele vai ficar com cinco anos pendurado no teu peito, tirando sua roupa no meio da rua". E diziam que eu tinha que tirar o peito bruscamente, deixar ele chorar um pouco, e encher a barriga dele bem muito para ele não sentir fome. Mas eu sabia que a questão não era fome, e sim o aconchego do peito. Fui tirando devagarinho, diminuí para três vezes ao dia, depois pela manhã e pela noite, depois só pela manhã ao acordar... e com um ano e dois meses ele deixou de pedir o peito. Só vinha para junto de mim quando acordava (até hoje faz isso) e ficava aconchegadinho, mas sem pedir pra mamar. Não houve choro, não houve traumas... eu só fiquei meio deprimida por ver ele ficando independente de mim... mas logo passou, eheheh.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- E por fim, a chupeta, ah, a chupeta... ouvi as coisas mais terríveis do mundo em torno da chupeta. Por um lado, algumas pessoas diziam que não tinha problema, que chuparam chupeta até 7 anos e nunca tiveram nada... por outro lado diziam que se eu não tirasse imediatamente a chupeta ele iria ficar com os dentes tortos, a língua frouxa, não ía aprender a falar, não iria aprender a mastigar, que os dentes não iriam nascer ou nasceriam tortos, só faltou dizer que ele iria se transformar num ogro igual aquele da novela Escrava Isaura.&lt;a href="http://home.areavip.com.br/news/imagens/fotos/467.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://home.areavip.com.br/news/imagens/fotos/467.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vinícius começou com a chupeta por volta de 3 meses, com aceitação da pediatra, que disse que algumas crianças tem mais necessidade de sucção que outras, e isso me ajudaria SIM se fosse usado com moderação. Até então ele só gostava da chupeta mais cara, a da NUK, que também é a ortodonticamente mais recomendada. Mesmo assim uma amiga minha falou certa vez que jamais colocaria uma "porcaria" daquelas na boca da filha dela nunca. Como assim, porcaria? Tá dizendo que dou porcaria para meu filho? Um "vai te catar" ficou preso com muito esforço na minha goela. A princípio ele só usava a chupeta pra dormir. Depois se apaixonou pelo "bubu" a tal ponto de colocar até dois na boca aom esmo tempo. Mas nunca usei para fazê-lo "calar a boca". As opiniões mais equilibradas, vindas de odontologistas e pediatras me davam conta que eu tinha que tirar a chupeta até os 2 anos, mas muitos me disseram que eu tinha que fazer isso logo, pois depois que ele acostumasse iria até os 7 anos (uma amiga minha foi até os 18!!). Alguém sugeriu que simplsmente jogasse fora e ele choraria três dias e noites seguidos até se acostumar (foi o que fez com o filho). E eu já começava a me preocupar (visões do ogro nos meus pesadelos), quando Vinícius agora, com 1 ano e 8 meses, deixou a chupeta por si mesmo, sem drama, sem choro, sem trauma. Seus dentes são perfeitinhos, nenhum torto, sua fala é normal e ele já fala tudo. Mastiga bem (até demais) mesmo os alimentos mais duros. Outro dia viu o depósito onde eu guardava o "bubu" e me pediu. Mostrei um velhinho todo estrupiado que rasguei para essa ocasião e disse "quebrou", ele achou engraçado não ver a parte do silicone, sorriu, deu as costas e foi brincar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Cama compartilhada é o próximoitem da lista. Ele já dorme bem em seu berço no quarto, mas comoestamos hospedando familiares noquarto dele temporariamente ele está conosco. Sempre, nofinal da manhã, vem pra o nosso meio e dorme o resto do sozinho damanhã conosco. Nos acorda com muitos beijos. Muitos já nos "alertam" para tirá-lo de perto de nós o quantoantes e citam motivos tão horripilantes quanto o ogro. Mas é ele quem vai decidir a hora de fiar noseu quarto anoite toda numa boa. E isso já é um outro post para o futuro... por ora, meu desabafo está completo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-3044345156340085286?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/3044345156340085286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=3044345156340085286' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3044345156340085286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3044345156340085286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/ouca-o-que-eu-digo-nao-ouca-ninguem.html' title='&quot;Ouça o que eu digo: não ouça ninguém&quot;'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2098424522019144571</id><published>2009-04-15T11:04:00.000-07:00</published><updated>2009-04-15T11:17:05.334-07:00</updated><title type='text'>Sujeirinha</title><content type='html'>A gente ama tanto esses pequenos que não se importa de passar o resto da vida limpando, cuidando e fazendo carinho neles. Aliás, às vezes dá mesmo essa impressão: que você nunca mais vai deixar de trocar fraldas, que vai passar o resto da vida preparando mamadeiras, que vai ter sempre que escolher as roupinhas, sapatos... mas é apenas porque você se acostumou a fazer isso, e fez tantas vezes que já criou hábito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os pequenos crescem. Vão ficando mais e mais independente a cada dia. Depois que fazem um ano, meu Deus, todo dia é uma conquista nova e eles vão precisando menos de você, tomando por si só suas decisões. Quando você vê já estão escolhendo as roupas e fazendo cocô no vaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius ainda não usa o piniquinho, mas hoje deu mais uma prova de que está crescendo. Aliás uma prova deliciosa. Eu estava aqui fazendo um trabalho no computador quando ele chegou com um pirulito e me ofereceu. Eu aceitei, fiz festinha, então ele parou, olhou pra mim e disse: "sujo". Eu fiquei parada, esperando ele dizer o que estava sujo, então ele veio com a maozinha desajeitada e suavemente e limpou um pedacinho de pirulito que ficara grudado na minha bochecha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, até pouco tempo atrás era SEMPRE eu quem limpava seu rosto. Agora ele demonstrou cuidado para comigo também. Foi uma coisa bem simples, eu sei, mas me deixou tão feliz! Meu bebê ali, em pé diante de mim, limpando uma sujeirinha no meu rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente ama tanto esses pequenos, e isso em si já é tão bom, que desfalece de ternura em momentos como esse, em que eles demosntram que nos amam também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SWo7VTDEMAI/AAAAAAAABfo/03Ifydugp_w/s400/mae_bebe1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 185px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SWo7VTDEMAI/AAAAAAAABfo/03Ifydugp_w/s400/mae_bebe1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2098424522019144571?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2098424522019144571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2098424522019144571' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2098424522019144571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2098424522019144571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/sujeirinha.html' title='Sujeirinha'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SWo7VTDEMAI/AAAAAAAABfo/03Ifydugp_w/s72-c/mae_bebe1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2216804744618065640</id><published>2009-04-05T17:47:00.000-07:00</published><updated>2009-04-05T17:57:46.411-07:00</updated><title type='text'>Azul</title><content type='html'>Hoje, com 1 ano, 7 meses e 27 dias, Vinícius leu sua primeira palavra: AZUL.&lt;br /&gt;Esta fase dele aprender a se comunicar, entender, decifrar, se afirmar... isto é um novo parto. Porque olhando para ele lendo a palavra na tela do computador e dizendo "azul", eu me pergunto: "cadê o meu bebê?".&lt;br /&gt;Então percebo que estou dando à luz um outro Vinícius. Tão lindo quando meu bebê, porém mais comprido, falante, com um gênio fortíssimo, uma inteligência aguda e tão capaz de ler "azul" como de dizer "sai, mamãe", enquanto eu lhe cubro de beijos.&lt;br /&gt;Oh, meu Deus vejo que terei muitos mais filhos que os quatro que eu queria a princípio, hehehe...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 309px; CURSOR: hand; HEIGHT: 217px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_afWnMwaAz88/R7-e6Eeij8I/AAAAAAAAAAg/9SQpAxA4kjk/S600/ROSA_AZUL7.bmp" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2216804744618065640?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2216804744618065640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2216804744618065640' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2216804744618065640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2216804744618065640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/azul.html' title='Azul'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_afWnMwaAz88/R7-e6Eeij8I/AAAAAAAAAAg/9SQpAxA4kjk/s72-c/ROSA_AZUL7.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2476708549454685805</id><published>2009-04-01T10:41:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T10:43:32.295-07:00</updated><title type='text'>Para Phoenix</title><content type='html'>Olá, querida.&lt;br /&gt;Não obstante a demora, taí o link para o CD que você me pediu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEBÊ FELIZ - Azul Music&lt;br /&gt;1 - bom dia&lt;br /&gt;2 - samba lelê&lt;br /&gt;3 - a barata diz que tem&lt;br /&gt;4 - crescer&lt;br /&gt;5 - meu pintinho amarelinho&lt;br /&gt;6 - reconhecimento*&lt;br /&gt;7 - gatinha parda&lt;br /&gt;8 - da abobora faz melão&lt;br /&gt;9 - alegria&lt;br /&gt;10 - o pastorzinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="_linkInterstitial('http://rapidshare.com/files/215888531/Be\74wbr\76b__Feliz.rar'); return false;" href="http://rapidshare.com/files/215888531/Beb__Feliz.rar" target="_blank"&gt;http://rapidshare.com/files/215888531/Beb__Feliz.rar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* É o nome da música que você gostou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2476708549454685805?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2476708549454685805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2476708549454685805' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2476708549454685805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2476708549454685805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/04/para-phoenix.html' title='Para Phoenix'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-1092191304976230966</id><published>2009-03-27T06:03:00.001-07:00</published><updated>2009-03-27T07:59:12.996-07:00</updated><title type='text'>Educar</title><content type='html'>Quando a gente engravida nem imagina que o mais difícil não será trocar fraldas ou acertar a temperatura do banho. O duro são as pequenas decisões tomadas diariamente que constituem a árdua missão de educar. Que coisa difícil! Às vezes dá uma insegurança terrível, uma vontade de consultar um oráculo para saber se você está acertando ou não. Mas só o tempo poderá responder, até lá, só se pode contentar com a certeza que você está tentando fazer o seu melhor. Agora, o que é melhor na visão de cada mãe varia muito.&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://jovemnerd.ig.com.br/humor/VersaoResumida/matrixrevolutions/parte05/parte05_09.jpg" border="0" /&gt;  &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No post anterior eu expus minha polêmica opinião sobre escolas. Quero TENTAR colocar Vinícius na escola na idade que eu entrei: 4 anos, ou por volta disso. Sei que no mundo de hoje conseguir fazer isso é um feito, e um privilégio, porque muitas mães simplesmente não têm essa opção, e entre confiar seus filhos a uma estranha (pode ser a mais bem formada e recomendada, mas ainda assim uma estranha) e a uma escola, optam, logicamente, por uma escola. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas na minha opinião, se eu puder, prefiro abnegar um pouco da minha profissão (meio período que seja, o que é possível, já que trabalho como professora) e passar mais tempo educando ele eu mesma. As principais dificuldades: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1 - O contato com outras ciranças. Na escola isso desenvolve não só a socialização, mas noção de que há regras a cumprir, de que não se é "o centro das atenções" (especialmente quando não se tem irmãos),e ainda a liguagem, a comunicação, o conhecimento de mundo. De acordo com a minha opção tenho que procurar toda oportunidade para colocar Vinícius em contato com outras crianças, e isso hoje não é tão fácil (festa de aniversário não tem todo dia). Graças a Deus tenho conseguido, e ele é naturalmentemuito sociável, adora brincar com outras crianças, dividir suas coisas. Mas de fato, uma escola resolveria isso mais fácil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2 - A qualidade da educação que ofereço. Uma escola é um ambinete pedagogicamente preparado para recebr a criança. Uma BOA escola tem um planejamento todo voltado para estimular o aprendizado em diversas áreas,e fazer isso de forma interessante, que faça a criança se sentir bem enquanto aprende. Não adianta eu ficar com meu filho em casa "porque acho que ele tá muito novinho pra ir para escola" e eu não oferecer a ele uma educação o mais próximo do que ele receberia numa BOA escola, deixando ele na frente da TV ou ao deus-dará, fazendo qualquer coisa. Então tenho que me virar para pesquisar atividades para a idade dele, estudar sobre o assunto, comprar brinquedos pedagógicos, elaborar tarefas interessantes com conteúdo e objetivos específicos mas com as quais ele se divirta, gastar tempo orientando essas atividades... Nos EUA já é bem difundido o conceito de Homeschool, e entre os entusiastas do método Glenn Doman isso é uma realidade. DÁ UM TRABALHO DA GOTA, e uma despesa provavelmente maior que uma mensalidade de escolinha. Vale a pena? Espero que sim! Tenho apostado nisso!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pessoalmente eu não sigo nenhum método de ensino puro. Pesquiso vários e faço minhas adaptações. Vou deixar aqui uma das atividades que faço com Vinícius. Ela mistura estimulação visual, linguística e sonora. É um &lt;a href="http://rapidshare.com/files/213864224/instrumentoslux.ppt"&gt;PPT com os sons de vários instrumentos&lt;/a&gt; associado a suas imagens e seus nomes. Os nomes dos objetos foram escritos de acordo com os parâmetros de &lt;a href="http://cprmerida.juntaextremadura.net/portugues/"&gt;Doman&lt;/a&gt;, para o qual a criança aprende a ler mais facilmente lendo palavras e sentenças que no tracional esquema silábico ou alfabético (analítico sintético). Dessa forma tem &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wOUxUtEc2DQ"&gt;muito bebê "lendo"&lt;/a&gt; por aí. Embora não acredite que isso seja letramento (que envolve muito mais que decodificação de signos), acho que pode dar uma ajudinha ao desenvolvimento intelectual da criança sim, se for feito de forma lúdica e prazerosa, e não como meio de formar "atrações para o Faustão". Você pode conhecer mais sobre o método pesquisando na net. Ah, não deixe de &lt;a href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?inicio=1&amp;amp;groupby=no&amp;amp;orderby=autor%20(A-Z)&amp;amp;pchave=%2BGlenn%20%2BDoman&amp;amp;alvo=autor&amp;amp;localidade=&amp;amp;estante=&amp;amp;section=&amp;amp;multiplos_autores=&amp;amp;memoria_queries=autor%201v1%20%2BGlenn%20%2BDoman1w1autor%201v1%20%2BGlenn%20%2BDoman&amp;amp;refinar=0"&gt;comprar os livros&lt;/a&gt; também, faz parte do orçamento da homescholl, hehehe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 185px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://davidpower.files.wordpress.com/2008/06/smart-baby1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-1092191304976230966?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/1092191304976230966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=1092191304976230966' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/1092191304976230966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/1092191304976230966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/03/educar.html' title='Educar'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-7121396682873706977</id><published>2009-03-21T18:28:00.001-07:00</published><updated>2009-03-21T19:34:58.423-07:00</updated><title type='text'>O que são os tempos...</title><content type='html'>Antigamente, nas famílias mais abastadas da Europa, as mães não tinham contato com seus bebês. A criança ao nascer era alimentada e cuidada por uma ama-de-leite, e, mesmo depois de desmamada (se chegasse a viver tanto), morava e comia junto com os criados, nos subterrâneos do lar, até ter por volta dos sete anos, quando começava a conviver com os pais, de fato, e aparecer perante a sociedade.&lt;br /&gt;Séculos depois, as mães estão muito ocupadas e os bebês vão para a escola cada vez mais cedo, alguns já muito espertos, mas de qualquer forma, bebês, ainda muito vulneráveis, como qualquer bebê de dois anos (ou menos!). Algumas mães não têm escolha: têm que trabalhar pra sustentar a família. Outras estão em busca de uma realização profissonal que a sociedade lhe ensinou ser imprescindível para a mulher moderna, e ela nem se perguntou porquê tem que ser assim ou se precisa mesmo com tanta urgência disso. Outras acham que não precisam se cansar se podem pagar alguém para educar seus filhos. Só que hoje, aos sete anos, o moleque pode dar a conhecer aos pais - e à sociedade -, por diversas maneiras, que não quer mais nada com eles. O bebê aprendeu cedo a ser independente. Independente, no entanto, não é o mesmo que preparado para a vida. E agora que isso aconteceu, isso que de uma certa forma esperava-se com ansiedade que acontecesse, desde que ele era deixado chorando no berço "para aprender", desde quando teve que lidar precocemente com a assustadora ausência materna diante do mundo coletivo da escola (lembro que aos cinco anos eu ainda me escondia embaixo da carteira com medo)... agora...bem...ele está independente e (acha que) não precisa mais de você...de ninguém, só de si mesmo, e é só ele quem importa: o mundo e suas pessoas é apenas aquilo do que ele tem que se defender, e para o qual não deve nada.&lt;br /&gt;E agora, mãe?&lt;br /&gt;Isso não é um fato, não é uma tese, não é uma crítica dirigida, talvez nem seja uma verdade. É uma mera opinião. Alguém mais aí já ouviu falar de &lt;a href="http://aprendiz.uol.com.br/content/mephisteph.mmp"&gt;Waldorf&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.ellenwhitebooks.com/livros.asp?lista=34&amp;amp;pagina=300&amp;amp;paragrafo=6&amp;amp;busca=sete"&gt;Ellen White&lt;/a&gt;?* (ver páginas seguintes também)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Obviamente, à luz das novas descobertas em neuropsicopedagogia, podemos interpretar a expressão "sobrecarregam a mente infantil" citado por Ellen White, como referindo-se a um &lt;em&gt;excesso &lt;/em&gt;de instrução intelectual &lt;em&gt;(hiperestimulação, que gera o stress e a ansiedade diagonosticados cada vez mais cedo nos consultórios por aí)&lt;/em&gt; em detrimento de uma instrução moral, psicológica, global (a criança como parte da natureza) e afetiva que a criança deve receber efetivamente no Lar, dos pais. Isso é estar preparado para a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-7121396682873706977?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/7121396682873706977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=7121396682873706977' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/7121396682873706977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/7121396682873706977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/03/o-que-sao-os-tempos.html' title='O que são os tempos...'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-6512582593452157390</id><published>2009-03-08T13:09:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T13:35:46.271-07:00</updated><title type='text'>Crise</title><content type='html'>Meus sentimentos com respeito à maternidade se dividem basicamente em dois extremos: em alguns dias eu sinto que a felicidade é simples e consiste em passar o dia brincando com meu filho, e em outros dias eu sinto sou uma completa incopentente, incapaz de dar conta de cuidar de filho, marido, casa, trabalho (ou a ausência dele) e da minha individualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias em que a felicidade parece ser simples e estar ao alcance de meu nariz quando cheiro os cabelos de Vinícius, tudo é luminoso. Julgo que cresci muito como ser humano ao aprender a me desapegar de futilidades paras as quais agora não tenho tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nos dias em que me sinto incopentente, parece que minha vida estacionou, e eu não consigo fazer mais cosia alguma que ande de fato - a última delas foi meu filho mesmo. Quando chega o sábado de manhã e eu reparo que não depilei minhas pernas, minhas roupas estão surradas, minha pele acusa que não faço uma limpeza de pele há tempos... sinto-me uma mulher desleixada. A isso normalmente seguem-se pensamentos de que sou uma esposa desleixada, uma mãe desleixada (visitas recentes da avó podem aguçar esta sensação), uma estudante desleixada, uma profissional desleixada, uma cristã desleixada... é, nem meu cristianismo escapa.&lt;br /&gt;Sempre fui muito ativa na igreja a que pertenço. Me envolvi com vários departamentos, e tinha prazer em participar de tudo. Depois da maternidade parece que estou sempre em dívida com Deus (também). Então ontem li o seguinte trecho num livro de Ellen White (O Lar Adventista):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"[Cristo] não nos pediu que marchássemos avante e deixássemos [as crianças] para trás. Não tm caminhado tão depressa que nos deixasse para trás com os pequenos." (p. 281)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje li também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O trabalho da mãe parece-lhe muitas vezes ums erviço sem importância. É trabalho que raramente é apreciado. Outros pouco sabem de seus muitos cuidados e encargos. Seus dias estão ocupados com uma rotina de pequenos deveres, exigindo todos ume sforço paciente, domínio próprio, tato, sabedoria e abnegado amor; todavia ela não pode jactar-se do que tem feito como sendo uma realização. [...] Ela julga que nada cumpriu. Mas não é assim. Anjos celestiais observam a mãe consumida de cuidados, notando os fardos que ela tem sobre si dia após dia. Seu nome pode não ser ouvido no mundo, mas está escrito no livro da vida do Cordeiro." (p. 244)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa, que consolo. É muito bom ouvir de alguém que, mesmo desempregada, eu trabalho muito, mesmo que isso siginifique passar duas horas correndo atrás de um pirralho com um prato de papinha nas mãos, ou limpar a bagunça que ele fez pela casa no final do dia. Que bom ler que Deus não quer que eu apresse o passo para seguir num ritmo doido em busca de uma perfeição utópica, antes, acerta Seu passo com o das crianças para que elas curtam caminhar ao lado dEle ( e eu tenho feito isso?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se até Deus não cobra tanto de mim, por que eu tenho que cobrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto desses padrões que me empurram para uma vida ensadecida em busca de excelência em todos os sentidos (dona-de-casa, profissional, esposa, amiga, mãe, etc) é capaz de mde dar a felicidade que eu realmente encontro nas coisas simples, como cheirar os cabelos do meu filho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-6512582593452157390?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/6512582593452157390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=6512582593452157390' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6512582593452157390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/6512582593452157390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/03/crise.html' title='Crise'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2721987489884132730</id><published>2009-03-02T06:39:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T06:48:42.717-08:00</updated><title type='text'>Agressivo, pero inteligente.</title><content type='html'>Vinícius está numa fase de agressividade. Não sabemos bem o porquê. Não somos adeptos de castigos físicos, a babá o trata com muito carinho, não costumamos berrar uns com os outros, não estamos por nenhuma fase difícil, e somos muito afetuosos entre nós, todos se abraçam e beijam publicamente. Mas de um tempo para cá ele deu para berrar por tudo, bater, beliscar, pisar no pé, chutar. Faz isso com todos, até com a coitada de nossa cadelinha. E até demonstra um certo prazer ao nos ver gritar de dor. Afff, que instinto o humano, não? Nós o repreendemos, colocamos de castigo... mas ele não parece compreender muito bem a diferença entre um tapa e um afago. Do mesmo jeito que nos beija - e de fato adora também nos abraçar e beijar - ele nos dá um tapão no olho. "A mão que afaga é a mesma que apedreja!" e eu tenho até medo quando pessoas estranhas se aproxima dizendo "Ai, que menininho fofo...", arriscando-se a sair de olho roxo também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto vamos pensando uma solução e esperando a fase passar, vamos rindo do que podemos. Quando o pai chega, normalmente ele corre para o abraçar. Ontem ele não quis fazer isso, e quando o pai se aproximou ele virou a cara, não quis saber de conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Abraça o papai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, respondeu seca e objetivamente Vinícius, e deu-lhe um tapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai então fez um muxoxo e resolveu dar uma solução didática. Abraçou e beijou a mamãe e depois abraçou e beijou a vovó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá vendo como deve ser? Agora abraça o papai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius imediatamente abraçou e beijou a mamãe, abraçou e beijou a vovó. E deu um tapa no papai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2721987489884132730?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2721987489884132730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2721987489884132730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2721987489884132730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2721987489884132730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/03/agressivo-pero-inteligente.html' title='Agressivo, pero inteligente.'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4175483892241597030</id><published>2009-02-18T18:04:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T18:19:10.820-08:00</updated><title type='text'>Preocupação</title><content type='html'>Eu até me considero uma pessoa bem liberal em termos de semântica nacional. Aceito de bom grado as rupturas com a gramática formal da Língua Portuguesa, especialmente quando expressam a criatividade do brasileiro. Mas quando percebi, esta semana, que nas figurinhas dos chicletes estão colocando essas "coisas" aí embaixo... bem, confesso que comecei a ficar preocupada com o futuro acadêmico do meu filho. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304325305630954322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SZy_ww8_k1I/AAAAAAAAAMI/uCwEPyhPz8E/s320/Clipboard01.jpg" border="0" /&gt; &lt;em&gt;(Tradução: "Vamos dançar". Acho que é uma pergunta, embora não haja interrogação. Se a tentativa é imitar a linguagem da net, porque se alongou a palavra ao invés de abreviá-la? Outra coisa: o h no final da palavra, em linguagem de internet, significa que a última letra leva um acento agudo. Então a tradução fiel seria "Vamos dançá?". Desse jeito quem vai dançar são nosso filhos no vestibular.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304325416440891058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SZy_3NwJBrI/AAAAAAAAAMQ/bJ-pnWfc9W4/s320/Clipboard02.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;(Liberdade semântica é linda, mas corromper uma palavra só por corromper, sem objetivo, é nojento. Juro que demorei a entender a frase. O tempo verbal me pareceu confuso. Quê custava um "e" no final do verbo? Qual o fundamento dessa mudança que ao invés de facilitar, atrapalha a comunicação? Ah, e S2, creia, significa "coração".)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelo sim pelo não é melhor não comprar esses chiclets para ele. Evita-se cáries e deformações mais perniciosas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4175483892241597030?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4175483892241597030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4175483892241597030' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4175483892241597030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4175483892241597030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/02/preocupacao.html' title='Preocupação'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SZy_ww8_k1I/AAAAAAAAAMI/uCwEPyhPz8E/s72-c/Clipboard01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-8878276513155614204</id><published>2009-02-05T08:38:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T11:30:13.839-08:00</updated><title type='text'>Boa noite</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SYsZXjroeNI/AAAAAAAAAKs/aYSKHjtnm90/s1600-h/Miracle06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299357279037454546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SYsZXjroeNI/AAAAAAAAAKs/aYSKHjtnm90/s320/Miracle06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Comecei a ensinar Vinícius a dormir na caminha. Desde que nasceu sempre o coloquei para dormir embalando no meu colinho, na rede. Embora eu mesma ame fazer isso, acho que já é tempo dele depender menos de mim para dormir por motivos práticos: minha rotina em breve não me permitirá niná-lo (ai!!!). Se permitisse eu o embalaria até os dezoito anos ou até quando ele quisesse. Mas enfim... todos os dias agora, dou o gagau, depois banho, depois escovo dentinhos, oramos e depois deito-o na cama. Coloco uma música suave (que pode ser desde &lt;a href="http://www.angelfire.com/pop/divacelinedion/Miracle.html"&gt;Celine Dion&lt;/a&gt; até Dvórak, passando por Robson Fonseca e CDs de caixinha de música) e fico ao seu lado até ele adormecer. Às vezes ele reclama um pouco, mas fico distraindo ele, beijando seu pezinho, sua mão, acariciando suas costas... e ele dorme. Transferi a soneca dele da tarde para a manhã pra ele sentir mais soninho à noite. Percebo que ele já está se acostumando. Não que goste - ele desde que nasceu detesta dormir, às vezes chora quando sente o sono chegar só de raiva de ter que dormir. Mas a música e a minha presença ao seu lado fazem deste momento um momento de tranquilidade e paz. Pra mim, pelo menos, é um dos melhores momentos do dia. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A propósito desta nova conquista de meu pequeno (ai, ai, não pensem que é fácil festejar a independência crescente dele), segue uma coletânea com músicas de ninar aí abaixo. Destaque para o CD do Palavra Cantada, que se você gostar deve comprar mesmo pois vale a pena prstigiar o trabalho deles. Os outros são mais difíceis de encontrar, foram colhidos por aí de muitos lugares. São algumas das minhas músicas de ninar preferidas, que você &lt;a href="http://rapidshare.com/files/194367142/NINAR.rar"&gt;PODE BAIXAR AQUI.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coletânea NINAR&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1. Estrelinha que reluz - Bia Bedran&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2. Anjo da Guarda - Contar Cantando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3. Canção de ninar - Grupo Opa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4. Anjo da guarda - Meu mundo de criança&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5. Ninar - Meu mundo de criança&lt;/div&gt;&lt;div&gt;6. Callate grillito - Judith Akoschky&lt;/div&gt;&lt;div&gt;7. Canção de ninar gente pequena - Oswaldo Montenegro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;8. Boa noite, criancinha - CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;9. Quando é hora de dormir - CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;10. Bercinhos - CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;11. O amor de Deus nos guardará - CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;12. Olhinhos -CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;13. Dormir tranquilo - CD sonhe com os anjinhos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;14.Tutu Marabá -Instrumental&lt;/div&gt;&lt;div&gt;15. Nana nenê - Instrumental&lt;/div&gt;&lt;div&gt;16. Boi da cara preta - Instrumental&lt;/div&gt;&lt;div&gt;17. Mozart Lullaby - Instrumental&lt;/div&gt;&lt;div&gt;18. Canción de Cuna - Instrumental&lt;/div&gt;&lt;div&gt;19. Valsa da Bella Durmiente - Tchaikowsky&lt;/div&gt;&lt;div&gt;20. Dorme - Palavra Cantada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;21. Depois de &lt;/div&gt;&lt;div&gt;22. De ninar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;23. Boa Noite&lt;/div&gt;&lt;div&gt;24. Pro nenê&lt;/div&gt;&lt;div&gt;25. Meu anjo sim&lt;/div&gt;&lt;div&gt;26. Acalanto com o som do útero&lt;/div&gt;&lt;div&gt;27. Bem vindo meu novo ser - Azul Music&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O arquivo tem 84MB. Quem quiser uma música só pode &lt;a href="mailto:luxdt@hotmail.com"&gt;me escrever&lt;/a&gt; que eu mando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E logo aqui abaixo, um clipezinho que fiz com a mais linda e perfeita canção deninar que já ouvi. Conheço muitas, do mundo todo, porque pesquisá-las faz parte da minha atividade profissional. São todas muito graciosas, mas essa pequena canção de ninar espanhola é, para mim, a mais linda. Por que? Não sei mesmo dizer. Será que é porque me lembra a escala nordestina? Será que é por causa do violino? Pode ser também por causa de algum sonho bom que tive quando era da idade de Vinícius e cuja doçura a música resgatou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/No96Dc6fkvI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/No96Dc6fkvI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-8878276513155614204?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/8878276513155614204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=8878276513155614204' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/8878276513155614204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/8878276513155614204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/02/boa-noite.html' title='Boa noite'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SYsZXjroeNI/AAAAAAAAAKs/aYSKHjtnm90/s72-c/Miracle06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-5133920053334521674</id><published>2009-01-21T09:16:00.000-08:00</published><updated>2009-01-21T11:16:53.207-08:00</updated><title type='text'>Brincadeira de menino</title><content type='html'>De algumas eu sempre gostei: correr, brincar de carro, subir em árvore e no muro do vizinho. Mas futebol nunca me despertou interesse e, de uns tempos para cá, tornou-se algo detestável (acho que desde que comecei a conviver com um torcedor fanático...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo destestando futebol. Mas tenho que confessar: jogar bola com meu filho é uma das melhores coisas do mundo. Quando ele começar a perceber o quanto sou ruim e preferir os amiguinhos vou sentir uma falta danada.&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293827627418778530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SXd0LeJx-6I/AAAAAAAAAKY/ssll4TUQGso/s320/S8006857.JPG" border="0" /&gt;&lt;em&gt;(hmmm, repare nas chuteiras da mamãe)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-5133920053334521674?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/5133920053334521674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=5133920053334521674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5133920053334521674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5133920053334521674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/01/brincadeira-de-menino.html' title='Brincadeira de menino'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SXd0LeJx-6I/AAAAAAAAAKY/ssll4TUQGso/s72-c/S8006857.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-5563891461636454732</id><published>2009-01-13T18:16:00.000-08:00</published><updated>2009-01-14T05:55:05.217-08:00</updated><title type='text'>Seu filho fez um ano? Hora de redecorar!</title><content type='html'>&lt;div&gt;Ou melhor, de esquecer a decoração de sua casa. Aquela decoração que você pensou e repensou tantas vezes quando planejava casar, e retocou caprichosamente ao longo dos anos em que só eram você e seu marido. Antes do bebê nascer você ainda deu mais uns toque na sala principalmente, pensando em receber as visitas que viriam ver o herdeiro. Espero que tenha aproveitado bem o gosto bom dos elogios ao seu bom gosto. Agora seu filho fez um ano, a palavra de ordem é segurança e não mais bom gosto, heheheh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comecei por tirar os porta-retratos e vasos com flores de lugares que ele podia alcançar. Temos um jogo com bolinhas de gude muito fofo que também foi pra gaveta, e aqueles enfeites de vidro, já era. Depois Vinícius começou uma nova etapa do seu desenvolvimento motor: as escaladas! Então encostei sofás e poltronas nas paredes, desalinhando completamente minha sala para dois ambientes. Como o rack e o centro de sala também foram alvo de suas escaladas com direito a uma apoteórica dança da vitória em cima dos mesmos, dei os dois para a babá e minha sala virou algo muito parecido com um auditório: só cadeiras, equipamente audio-visual (devidamente entocado em cima da estante), e um monte de piso pelos meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto dele, que eu decorei com a habilidade de uma artista compondo sua obra-prima, modificações também foram feitas para dar mais espaço para ele brincar e espalhar os brinquedos - o que acaba por deixar o quarto com a aparência de um campo de batalha bombardeado recentemente. Nosso quarto também ganhou uns entulhos que saíram do quarto dele e perdeu objetos decorativos e outras quinquilarias que pudessem ir à mão - ou à boca - do nosso filhote. Na cozinha, relocquei todos os objetos de vidro para os armários superiores, deixando apenas os pplásticos nos inferiores. Eles viraram na verdade caixas de brinquedo extra para Vinícius, que sempre que está comigo na cozinha se ocupa de tirar tudo lá de dentro e espalhar pela casa toda. Mas às vezes torna a guardar o que tirou, com o detalhe de não ser muito preciso na hora de guardar extamente no lugar de onde tirou. Assim, não me espanto de aparecerem sandálias dentro do armário ou peças de lego na geladeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela casa toda, o império dos protetores: protetores de gaveta, protetores de portas de armário, de porta de quarto, protetores de painel de DVD e TV, protetores siliconados nas quinas de alguns móveis, protetores de tomada e afins. Isso, além de enfeiar significativamente móveis e eletrodomésticos, se consitui em um teste de paciência, uma vez que para abrir uma gaveta ou armário gastamos o triplo do tempo que normalmente gastávamos e nem sempre com sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias descubro algo que tem que sair de um lugar para ir a outro ou se esconder dentro de um armário obscuro. A minha casa está realmente esquisita, parece que foi invadida por uma horda de sem-tetos invisíveis: coisas que parecem fora do lugar, ou incompletas, ou remendadas, ou entulhadas em cima de armários, ou estourando de caixas pelos cantos, prateleiras e guarda-roupas. Do meio da parede para cima, tudo está &lt;em&gt;over&lt;/em&gt;, não cabe mais a cabeça de um cupim nas prateleiras que ficam mais que metro e meio do chão. Já o chão é uma imensidão lacustre onde bóiam esquecidos brinquedos (ou parte deles) que insistem em enroscar nas nossas pernas em tropeções homéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora perguntas: você acha ruim? Bem, não tenho muito tempo de pensar nisso. Acho bom que meu filho esteja mais seguro (totalmente é impossível mesmo) e a minha casa mais viva, com sua decoração dinâmica e suas manchas indeléveis nos sofás. Isso é só parte dos muitos novos ângulos que um filho te obriga a considerar na tua vida. Isso é bom demais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291145066278776514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SW3sZ3KbbsI/AAAAAAAAAJw/XSyKQ_YQ6gg/s320/S8006791.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;(Vinícius caprichando na redecoração do quarto)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-5563891461636454732?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/5563891461636454732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=5563891461636454732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5563891461636454732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/5563891461636454732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/01/seu-filho-fez-um-ano-hora-de-redecorar.html' title='Seu filho fez um ano? Hora de redecorar!'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SW3sZ3KbbsI/AAAAAAAAAJw/XSyKQ_YQ6gg/s72-c/S8006791.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-4173936501304174818</id><published>2009-01-09T16:53:00.000-08:00</published><updated>2009-01-09T16:59:00.784-08:00</updated><title type='text'>Ajudando mamãe a cumprir suas promessas</title><content type='html'>Ano novo é hora de colocar a lista de resoluções em prática.&lt;br /&gt;A mais urgente, repetida e evitada de todas: DIETA, já!&lt;br /&gt;Todos os anos a dieta de janeira é clássica, mas nem sempre dá certo. ESte ano, porém, a coisa está sendo diferente. Vinícius está me ajudando. Ele agora está numa fase que não pode ver a gente comendo nada que vai em cima pedir com aqueles olhinhos cintilantes de vira-latinha faminto (e quase nunca está faminto de fato), aos quais a gente cede sempre, gentilmente. Resultado disso é que ele sempre me rouba um cream cracker, a metade de um minguado paozinho integral, meio copo de suco, minha parca sopinha dietética, metade da minha bandinha de maçã... enfim... contribui consideravelmente para o corte de calorias de minhas refeições.&lt;br /&gt;Com um filho assim quem precisa de nutricionista? hehehehhehe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-4173936501304174818?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/4173936501304174818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=4173936501304174818' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4173936501304174818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/4173936501304174818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2009/01/ajudando-mame-cumprir-suas-promessas.html' title='Ajudando mamãe a cumprir suas promessas'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-3101208782149943783</id><published>2008-09-30T17:55:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T18:42:38.315-07:00</updated><title type='text'>Alegrias no dia de uma mãe</title><content type='html'>Uma mãe de um menino de um ano fica feliz em:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Acordar de manhã cheirando os cabelos dele;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Receber um sorriso de bom dia, de uma boca onde cabem oito dentes e todo o amor deste mundo;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ir às compras e vestir uma blusa M que cabe direitinho (ah, terríveis tempos de SXG!);&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Comprar um brinquedo pra ele;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;- Vê-lo correr a sala toda em disparada na sua direção para te abraçar quando você chega em casa;&lt;/div&gt;- Ver como ele adorou o brinquedo (mesmo que provavelmente o faça em pedaços nas próximas 24h);&lt;a href="http://www.pipocadovaldir.com.br/imagens/balde_pipoca.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.pipocadovaldir.com.br/imagens/balde_pipoca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Dividir uma tigela de pipoca com ele;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ouví-lo dizer duas palavras novas: "abi" (abriu) e "echô"(fechou);&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Responder a alguém que pergunta a idade dele: "Tem um ano e um mês", com a boca cheia, só para ver o espanto da pessoa com o tamanho do seu filho lindo;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ir à padaria de mãos dadas a ele e parar no meio do caminho para ver um avião passar;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Montar um super robô-cachorro-gigante-de-lego-com-super-poderes só pra ele destruir sua obra de arte com um único tapão;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Amamentar segurando sua mão indescritivelmente macia;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Inventar músicas para cantar pra ele, balançando na rede, até ele dormir abraçadinho a você;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Perceber que a alegria é um sentimento simples e cotidiano desde que ele nasceu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-3101208782149943783?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/3101208782149943783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=3101208782149943783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3101208782149943783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/3101208782149943783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2008/09/alegrias-no-dia-de-uma-me.html' title='Alegrias no dia de uma mãe'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-2325562232424722927</id><published>2008-09-22T05:38:00.000-07:00</published><updated>2009-01-14T05:36:19.433-08:00</updated><title type='text'>Peito</title><content type='html'>Vinícius tem 01 ano e 01 mês e ainda mama. Pouca gente se espanta. Acredito que as campanhas feitas em torno da amamentação têm surtido algum efeito e pelo menos por aqui as pessoas não reagem mais com tanto espanto, ou pelo menos não o expressam tão explicitamente quando sabem que uma criança com mais de um ano ainda mama. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguns poucos ainda contraargumentam: "Mas ele já está tão grande... o leite de peito não sustenta mais." Claro. Por isso ele se alimenta bem de outros alimentos saudáveis. Mas a amamentação não é apenas para nutrir o físico, ela também nutre as necessidades emocionais da criança. Agora mesmo meu pequeno mama bem pouquinho, e é mais quando está com saudade de um aconchego, de um colinho de mãe. Não é por fome. E eu não vou negar esse carinho a ele. Já já ele está um rapazinho que não vai mais ter esse contato único e tão íntimo comigo. Enquanto ele sentir necessidade, meu peito é dele. Os dois, aliás. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois bem, outro dia encontrei um artigo sobre a polêmica que causou uma foto divulgada em 2006 numa revista para pais nos EUA, que mostrava na capa uma criança mamando. Os editores receberam mais de cinco mil cartas expressando raiva, decepção, constrangimento, fúria e indignação de americanos que se sentiram ofendidos pela imagem. Uma delas dizia: "É nojento. Fiquei doente de ver um bebê agarrado a um peito". Outra dizia que a leitora teve de rasgar a capa da revista para o marido não a ver. Reações assim só corroboram a estatística de que, naquele país, 72% das pessoas acham inapropriado a divulgação da imagem de mulher amamentando. Quer dizer, ninguém se choca mais quando as celebridades mostram peitos, bundas e muito mais. Mas uma mãe dando o peito ao filho é considerado vergonhoso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui no Brasil, dependendo da região, acho que ainda há pessoas que pensam igual, embora a maioria do preconceito seja velado (como todo preconceito tupiniquim). Há mesmo histórico de pontos comerciais que convidam a mãe a se retirar se ela resolver amamentar em público. Quando Vinícius era alimentado exclusivamente no peito e precisávamos sair, eu costumava usar o "sling" para amamentar, e com o pano dava para cobrir o seio e amamentar tranquila, sem olhares curiosos, vigilantes ou reprovadores. Mas já vi muitas mães se escondendo pelos cantos para atender a essa tão natural necessidade de seu filho. A verdade é que a imagem da mulher foi a tal ponto vulgarizada pela mídia que um seio, hoje, evoca toneladas de sugestões sexuais, que falam bem mais forte que a simples função alimentícia do órgão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Curioso se comparamos a mentalidade atual com a da Idade Média através de duas imagens de mulheres amamentando. A primeira, a capa da revista que gerou tanta polêmica. A segunda, a famosa pintura "Virgem amamentando", de Gian Pietro Rizzi (idos de 1500)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.bay-of-fundie.com/img/2008/baby-talk.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.bay-of-fundie.com/img/2008/baby-talk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://masp.uol.com.br/servicoeducativo/assessoriaaoprofessor-abr07.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand" alt="" src="http://masp.uol.com.br/servicoeducativo/assessoriaaoprofessor-abr07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A segunda imagem, uma pintura barroca que mostra muito mais o seio que a capa da revista, não causou em sua época nenhum rebuliço. "O tema da lactação virginal ou da Virgo lactans, representado já no século II na catacumba de Priscilla, é o mais antigo na iconografia mariana. Sua fonte [bíblica] literária é Lucas 11: 27, reiterada em Santo Agostinho ('Intumescunt ubera Virginis et intacta manent genitalia Matris' )" (extraído do catálogo da MASP). Ou seja, o seio tinha uma conotação religiosa, pura, estritamente ligada à maternidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é minha intenção discutir a semiótica de cada época, nem defender uma volta ao modelo barroco, o que não seria de qualquer modo possível depois que Madonna deixou de ser sinônimo de Nossa Senhora. Mas acho que é sempre tempo de repensar e combater preconceitos, argumentando de forma racional sobre a idiotice sem fundamento deles. Uma mulher que expõe o seio pra amamentar não pode ser comparada a uma celebridade que o faz na Playboy por dinheiro, ainda mais que a primeira é muitas vezes mais execrada que a segudna, considerada uma "artista", por assim dizer. Mesmo que tenhamos que nos resguardar cada vez mais num mundo onde a maldade e malícia são crescentes e aterradoras, não devemos nos envergonhar e esconder para exercer o sublime ato da amamentação, como se esse fosse vergonhoso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tudo isso eu pensava enquanto decidia se mandava ou não uma certa foto minha com Vinícius para o concurso cultural Ninho Soleil. A foto, sujeita a aprovação, deveria versar sobre o tema "Protegido da mamãe". E eu escolhi uma foto que acho linda, amamentando Vinícus na Lagoa de Muriú, em Natal - RN, com o título "Peito: a forma mais gostosa de proteger". Não achei que eles fossem aprovar. Ora, a Nestlé, concorrente número 1 do leite materno teria todos os motivos para não aprová-la. Mas aprovou. E agora não tenho esperanças de conseguir ser classificada porque nem que todos os meus amigos e inimigos votassem daria tempo dela conseguir um lugar no pódio a esta altura. Mas eu quis cometer esse pequeno impropério, de incentivar a amamentação no site do Leite Ninho. Confesso que pensei sobre as reações negativas. Parte do meu seio também está à mostra. E não pude deixar de pensar na repercussão que essa foto teria, por exemplo, entre os membros de minha igreja. Então me fiz a pergunta chave: "O que uma cristã de verdade, bem íntima de Cristo, faria em meu lugar?". A pintura da Virgem respondeu minha pergunta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248843017445093170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SNei6jCarzI/AAAAAAAAAGw/17tVUvW7eFg/s320/Ninho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;P.s. em Janeiro de 2009: Vinícius não ganhou o concurso, mas uma menina que teve cerca de 2 milhões de votos gerados Deus sabe como (nem Obama bateria essa menina! huauahuah). Mas cumprimos nossa meta de fazer propaganda do melhor leite do mundo no site do leite mais vendido do mundo.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Ah, e Vinícius mamou só até um ano e dois meses... deixou o peito por sua própria [falta de] vontade e eu passei uma semana muito deprimida. Ainda tentei oferecer, mas meu peito virou só motivo de brincadeira. Ai, ai... devia ter tirado mais fotos, feito vídeos... agora só tenho muitos suspiros de saudade.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-2325562232424722927?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/2325562232424722927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=2325562232424722927' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2325562232424722927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/2325562232424722927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2008/09/peito.html' title='Peito'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/SNei6jCarzI/AAAAAAAAAGw/17tVUvW7eFg/s72-c/Ninho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5168141188478957695.post-1814311318538685975</id><published>2008-09-18T12:07:00.000-07:00</published><updated>2008-09-18T12:13:55.816-07:00</updated><title type='text'>Maternalmente</title><content type='html'>Sim, mães pensam.&lt;br /&gt;Quase sempre em função de seus filhos,&lt;br /&gt;E não se ressentem disso.&lt;br /&gt;Mas pensam.&lt;br /&gt;Ainda que não falem,&lt;br /&gt;e nem pareçam muito intelectuais&lt;br /&gt;ali, dando papinha pro nenê.&lt;br /&gt;Mas pensam.&lt;br /&gt;Mesmo que desapareçam&lt;br /&gt;E se escondam&lt;br /&gt;e se inibam,&lt;br /&gt;E vivam dizendo que já têm mais tempo,&lt;br /&gt;Há uma mente materna que,&lt;br /&gt;Maternalmente,&lt;br /&gt;Pensa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5168141188478957695-1814311318538685975?l=maternalmente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://maternalmente.blogspot.com/feeds/1814311318538685975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5168141188478957695&amp;postID=1814311318538685975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/1814311318538685975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5168141188478957695/posts/default/1814311318538685975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://maternalmente.blogspot.com/2008/09/maternalmente.html' title='Maternalmente'/><author><name>Luciana Teixeira</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_Gw9UU-2c6ZI/TU4F_6qytGI/AAAAAAAAAsk/kKEsvXo0ws4/s220/DSC07633.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
